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sábado, 9 de novembro de 2013

LIVRO ESTUDA O ATO DE COLECIONAR


O professor universitário, jornalista e colecionador de HQs Agnelo Fedel acaba de lançar Os Iconográfilos - Teorias, Colecionismo e Quadrinhos (LCTE Editora, 72 págs.), um estudo que aborda o ato de colecionar, em especial, revistas em quadrinhos.

A obra de Fedel recorre à psicanálise para entender o desejo de colecionismo, para depois se aprofundar em pesquisas e entrevistas com donos de lojas e fanáticos por gibis. O autor conta que colecionou um número tão grande de histórias que pretende escrever um próximo livro só com os melhores "causos" relatados. Entre eles, a negociação em São Paulo de um número 5 da revista brasileira do Pato Donald, de 1950, por - pasmem - cinco mil reais! Numa conversa com a Mundo dos Super-Heróis, ele dá algumas dicas para guardar corretamente uma coleção de gibis.

Quais as técnicas para conservar revistas antigas?

Revistas em quadrinhos são basicamente papel e tinta. A principal regra, caso você realmente queira conservá-las, é mantê-las sempre em local refrigerado, com baixa umidade e calor. Há quem coloque em saquinhos plásticos mas, se as revistas estiverem em local úmido, vão embolorar de qualquer maneira. Caixas de papelão com tampa são a melhor opção.

Existe uma técnica de conservação ideal para revistas com miolo em papel jornal, como aquelas em preto e branco da Ebal nas décadas de 50 a 80. Basta passar, delicadamente, uma camada fina de cera branca, aquela de assoalho. Além de conservar, a cera evita traças e mofo.

Fonte: Mundo dos Super-Heróis # 4 - Abril/Maio de 2007 - Editora Europa.

FEDEL, AGNELO

Graduado em Comunicação Social - Jornalismo. Especialista em Teorias e Técnicas da Comunicação; Mestre em Comunicação e Mercado. Docente das disciplinas Teorias da Comunicação, Sociologia da Comunicação, Estética e História da Arte, Redação e Edição. Redige, produz e apresenta um programa semanal sobre cinema no Canal 25 - NET Jundiaí - o Cine Drops, desde 2005.

Fonte: Livraria Cultura 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O QUE ACONTECERIA SE OS X-MEN TIVESSEM PERDIDO NA SAGA INFERNO?

(What If vol. 2 # 6; no Brasil, X-Men # 51, Abril)

What If...? 6-A
Comic Book by Marvel
Nov 1989

Equipe de criação: Danny Fingeroth (roteiro) Ron Lim (desenhos)

A história: Você acha que Wolverine se voltar para o lado do mal é ruim o bastante? Espere só até vê-lo se aliando a uma horda de demônios para dominar o planeta.

No megacrossover Inferno, do final dos anos 80, os X-Men e o X-Factor se unem para derrotar a ex-esposa ensandecida de Ciclope, Madelyne Pryor, e a fera demoníaca Sym. Mas nesta aventura alternativa as duas equipes, com exceção de Wolverine, são vencidos pelo poder da dupla maléfica.

Em seguida, Wolvie é transformado numa "mascote" pelos dois e é usado para massacrar milhares de pessoas, escravizando a raça humana e até mesmo se banqueteando com ela - como vemos quando devora um bebê recém-nascido. Isso mesmo: o mutante canadense devorou um bebê, e o Comics Code (o código de autocensura dos quadrinhos americanos) aprovou!

Poucos heróis sobrevivem ao holocausto dos demônios, mas o Dr. Estranho, a Mulher-Hulk, Homem-Aranha, Thor, Tocha Humana e o Capitão América continuam livres para tentar um último contragolpe.

Infelizmente, o Hulk demonizado e Wolverine descobrem o esconderijo do grupo e matam o Aranha, a Mulher-Hulk, o Dr. Estranho e até o poderoso Thor, numa violenta carnificina.

Entretanto, o momento mais chocante acontece quando Wolverine fatia em pedaços sua antiga parceira adolescente Kitty Pryde, numa fúria descontrolada que o leva a retornar à sua humanidade, mesmo que por um breve instante.

Com os heróis indefesos, só há uma força na Terra capaz de combater os demônios que agora infestam o planeta, mas será que a filha de Jean Grey, Rachel Summers, conseguirá controlar a entidade Fênix tempo suficiente para enfrentar o mundo maligno que ela agora habita?

By Mike Cotton

Fonte: Wizard Brasil - Ano 2 - Número 17 - Fevereiro de 2005 - Panini Comics

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O QUE ACONTECERIA SE O FERA REALMENTE SE TORNASSE UMA FERA?

(What If vol. 1 # 37; no Brasil, Incrível Hulk # 37, Abril)

What If? 37-A
Comic Book by Marvel
Feb 1983

"What If ... The Beast Continued To Mutate?"

Equipe de criação: Alan Weiss (roteiro e desenhos)

A história: O Fera dos X-Men desce um degrau na escala evolucionária numa das mais comoventes histórias alternativas já feitas.

Baseado dos eventos mostrados em Amazing Adventures 11 (inédita no Brasil), a trama começa com o Dr. McCoy tomando uma poção criada por ele mesmo, na tentativa de impedir que chegasse às mãos de espiões industriais.

Contudo, em vez de se tornar o Fera que os fãs aprenderam a amar, McCoy involui para um monstro selvagem azul e peludo, retendo muito pouco de sua inteligência.

Depois de se afastar de seus amigos X-Men ("Não sou seu X-Man, sou meu único homem, diz o insano Fera ao Professor Xavier), McCoy se isola nas matas do Central Park, em Nova Iorque, mas seus antigos companheiros vão ao seu encalço, na esperança de mantê-lo a salvo das autoridades.

Encontrado pelo Anjo, o Fera reage como um cão raivoso e quase liquida o mutante alado, quando uma rajada psíquica de Jean Grey obriga o ex-cientista a recuar. Mas esse não é o seu fim.

Em fuga pelos becos da cidade, ele nocauteia Ciclope e Jean e se prepara para devorar a carne tenra da Garota Marvel. Para sorte dela, o Professor X aparece a tempo e obriga o Fera a se confrontar com o que se tornou.

Lutando para vencer a guerra evolucionária entre sua mente brilhante e o coração da fera, McCoy finalmente encontra forças para falar quando desmaia aos pés de Xavier. "Prr-professor... por favor... não deixe... eu me tornar... isso", balbucia o herói caído. Obrigado a tomar uma decisão impossível, e sem nenhuma maneira de reverter sua transformação, os X-Men tem de decidir o destino final do Fera.

By Mike Cotton

Fonte: Wizard Brasil - Ano 2 - Número 17 - Panini Comics

domingo, 3 de novembro de 2013

O QUE ACONTECERIA SE O CAPITÃO AMÉRICA TIVESSE SIDO REVIVIDO HOJE?

(What If vol. 1 # 44; no Brasil, Almanaque do Capitão América # 66, Abril)

What If? 44-A
Comic Book by Marvel
Apr 1984

"What If ... Captain America Were Revived Today?"
Cover Art by Bill Sienkiewicz

Equipe de criação: Peter B. Gillis (roteiro) e Sal Buscema (desenhos)

A história: Wolverine e Homem-Aranha podem ter mais popularidade, mas o Capitão América é o coração do Universo Marvel - e esta aventura alternativa prova isso.

Tomando como ponto de partida a revista americana Avengers vol. 1 # 4 (no Brasil, Os Vingadores 2, Bloch, Almanaque do Capitão América # 64 e Origens dos Super-Heróis Marvel # 1, Abril), a trama começa com Namor mudando seu curso sobre os mares árticos ao tentar se esquivar do Gigante, Homem de Ferro, Thor e Vespa, e assim jamais descobrindo o Capitão América aprisionado em animação suspensa próximo à calota polar.

Em vez disso, ele permanece no gelo, e os Vingadores - que nunca foram liderados pelo Sentinela da Liberdade, nem se beneficiaram de sua experiência - se desfazem depois de alguns meses. Os anos passam até que um misterioso zelador (sério!) liberta os substitutos do Capitão e de Bucky dos anos 50 (aprisionados por serem mentalmente instáveis) da animação suspensa, enquanto o verdadeiro herói continuava virando picolé.

O novo Capitão e seu parceiro passam a servir a uma facção ultradireitista e neoconservadora do governo que discrimina minorias, usa os militares para manter Nova Iorque sob controle e obriga todos os cidadãos americanos a usarem carteiras de identidade fornecidas pelo Estado para melhor controlá-los. Naturalmente, uma convulsão social toma conta do país e as minorias se revoltam.

O governo reage silenciando os jornais e confinando o Harlem (bairro negro de Nova Iorque) dentro de um enorme muro de pedra. Nesse momento, o verdadeiro Capitão América é encontrado por um submarino americano e é revivido.

Com seu amado país mais parecendo a Alemanha nazista que combateu na Segunda Guerra Mundial, o Capitão América se une a um bando de heróis (incluindo um Homem-Aranha guerrilheiro e Nick Fury) para dar fim ao plano maluco dos líderes do governo de implantar uma monarquia.

Mas o que temos quando misturamos dois Vingadores estrelados com uma visão disparatada do que a América poderia ser? Exatamente: o Capitão América em ação!

By Mike Cotton

Fonte: Wizard Brasil - Ano 2 - Número 17 - Panini Comics

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O Senhor dos Anéis, visto de cima

Saturno visto de cima, em mosaico de imagens da sonda Cassini

17/10/13 - 10:51 

Por Salvador Nogueira 

Você já imaginou como Saturno seria sem seus portentosos anéis? Agora não precisa mais. No último dia 10, a sonda Cassini, da Nasa, tirou uma foto espetacular, como se estivesse vendo Saturno de cima. No mosaico acima, composto por 12 imagens capturadas com filtros verde, vermelho e azul (a fim de produzir a imagem colorida com cores aproximadas das que veríamos), a espaçonave da Nasa conseguiu obter um ângulo impossível da Terra, que permite ver o planeta completamente separado dos anéis. Daqui, eles sempre se sobrepõem àquele mundo gasoso. 

As operações da Cassini continuam normalizadas, apesar do apagão da agência espacial americana, que durou até hoje e acaba de se resolver, pelo menos temporariamente. Isso quer dizer que as fotos continuam sendo obtidas pelas sondas, mas não estão sendo processadas e divulgadas. 

Fonte: http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br

quinta-feira, 15 de março de 2012

Super-Homem muda de uniforme

Superman (1987) 123-A
Comic Book by DC, May 1997

O ano de 97 começa com mudanças no figurino do sexagenário Super-Homem. O herói das histórias em quadrinhos vai abandonar seu tradicional uniforme vermelho, amarelo, azul e branco e adotar um modelo azul e branco com listras que imitam relâmpagos.

A notícia foi dada por Mike Carlin, editor-executivo da DC Comics, que edita as histórias do herói. Segundo Carlin, Super-Homem também vai perder a capa. As mudanças acontecerão a partir de março. "O novo traje terá um aspecto elétrico", disse Carlin, que ainda anunciou mudanças na letra "S" que o herói carrega no peito.

Também vai mudar um de seus superpoderes. Seu corpo não vai mais ricochetear as balas inimigas, mas será atravessado por elas sem danos ao uniforme. A vida do herói passou por uma grande mudança após 58 anos de namoro, Clark Kent casou-se em outubro com a jornalista Lois Lane.

O ano foi marcante também para a atriz Margot Kidder, 47, que interpretou Lois Lane no cinema. Kidder desapareceu por quatro dias e reapareceu na Califórnia.

Superman: The Man of Tomorrow 9-B
Comic Book by DC, Sep 1997

Folha de São Paulo
03/01/1997

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Valentine's Day


São Valentim (ou Valentinus em latim), é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim. O nome refere-se a pelo menos três santos martirizados na Roma antiga.

O imperador Cláudio II, durante seu governo, proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens, se não tivessem família, alistar-se-iam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Astérias, filha do carcereiro, a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e, milagrosamente, a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

Wikipédia

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

BARBEADOR ELÉTRICO

Jacob Schick

O tenente-coronel Jacob Schick, do exército americano, não estava muito satisfeito com o resultado das lâminas de barbear que recebera. Quando não havia água ou creme, ele não conseguia fazer a barba. Durante o inverno, quando a água quente acabava, era outro sacrifício. Ao deixar o exército, em 1918, ele pensou em um "barbeador a seco", operado por um motor elétrico, inicialmente patenteado no ano de 1923. Seu barbeador elétrico foi lançado comercialmente em 1931, depois de ele hipotecar sua casa e se afundar em dívidas. No primeiro ano, Schick vendeu trezentos barbeadores elétricos. Em 1937, os números já haviam saltado para 2 milhões.

O Guia dos Curiosos - Invenções
Marcelo Duarte
Panda Books

pág. 12

domingo, 20 de novembro de 2011

Smiley

Watchmen 1-A
Comic Book by DC, Sep 1986

livremente pirateado (EUA, séc. 20)

1. Representação visual do slogan "have a nice day" ("tenha um bom dia") e suas variações.

2. Símbolo de bom humor (pop.).

3. Ícone para grupo de emoticons (internet).

ETIMOLOGIA FALSA

Nos anos 70, Forrest Gump passava correndo quando um carro fez espirrar sobre ele uma poça de lama. Ele recebeu uma camisa para limpar o rosto, e nela ficou impressa o futuro smiley.

ETIMOLOGIA REAL

O rosto dentro de um círculo foi criado em 1963 pelo artista Harvey R. Ball, para uma ação de endomarketing de uma companhia de seguros americana. Ball nunca registrou o desenho, usado e modificado por inúmeros artistas.

SINÔNIMOS DIGITAIS

:)
:(

by Eduardo Menezes


Harvey R. Ball

Fonte: Superinteressante - edição 283 - Ano 24 - Número 10 - Outubro/2010
pág. 46

domingo, 24 de abril de 2011

Que profissões a Mulher-Maravilha já teve?

All Star Comics (1940) 12-A
Comic Book by DC, Aug 1942

Ela nunca foi "apenas" uma combatente do crime. Na revista All-Star Comics 12 - Vol. 1 (agosto de 1942), depois que a Sociedade da Justiça da América - a precursora da Liga - recusou seu ingresso na equipe, em virtude do machismo predominante na época, os super-heróis lhe ofereceram o cargo de secretária. E ela aceitou! Tempos depois, quando adotou a identidade secreta de Diana Prince, continuou na função, desta vez para o coronel Darnell, do exército americano.
E essas não foram as únicas vezes em que a princesa amazona teve de arregaçar as mangas para garantir o sustento. Nas primeiras aventuras, foi enfermeira. Anos depois, a heroína apareceu como agente secreta. E em 1993, em Wonder Woman 73, ela tentou mudar legalmente seu nome para Mulher-Maravilha, para conseguir um emprego numa lanchonete de fast food. Será que o salário na Liga da Justiça estava tão baixo?

Wonder Woman (1987) 73-A
Comic Book by DC, Apr 1993

Fonte:
MUNDO ESTRANHO APRESENTA: SUPER-HERÓIS - COLEÇÃO 100 RESPOSTAS
pág. 65

sábado, 23 de abril de 2011

COMPLICAÇÃO DE NOMES

Teen Titans (1966) 4-A
Comic Book by DC, Aug 1966

Qual o motivo de traduções esdrúxulas de nomes de heróis? Caso de Ricardito (Speedy), Ajax (J'onn J'onzz), Joel Ciclone (Flash), Eléktron (Atom), Nuclear (Firestorm)...

A verdade é que há algumas décadas, antes da internet e da globalização, os jovens brasileiros tinha muito menos intimidade com a língua inglesa. Além disso, a idade média do leitor entre os anos 1960 e 1980 era menor, já que muitas crianças liam quadrinhos. Com esses dados em mãos, alguns tradutores optaram por nomes mais fáceis para a época, sendo que algumas dessas escolhas não foram nada felizes. É interessante que alguns personagens receberam traduções diferentes para cada mídia: o Eléktron e o Nuclear dos quadrinhos receberam o nome de Átomo e Tempestade na série televisiva Superamigos. Dito isso, pô, eu até curto Joel Ciclone, o nome dado a Jay Garrick, o primeiro Flash.

Fonte:
HOMEM CRONOLOGIA
MUNDO DOS SUPER-HERÓIS #22
pág. 69

domingo, 3 de abril de 2011

Quantos homens assumiram a identidade do Flash?

Por enquanto, três.

Showcase Vol 1 4
setembro/outubro de 1956

O primeiro foi Jay Garrick. Quando fazia experiências num laboratório, o líquido experimental "água pesada" vazou de um béquer e liberou gases que o deixaram inconsciente. Ao despertar, tinha adquirido supervelocidade. Estreou em Flash Comics 1, janeiro de 1940. No Brasil, foi batizado de Joel Ciclone. Assim como ocorreu com o Lanterna Verde, o Flash também passou por uma reformulação na década de 1950. Em Showcase 4 (setembro/outubro de 1956) surgiu o segundo Velocista Escarlate. O perito criminalista Barry Allen estava no laboratório quando um raio atingiu uma estante de produtos químicos, que banharam seu corpo e lhe deram uma velocidade espantosa. Nascia o novo Flash.
O terceiro Flash é Wally West, sobrinho de Barry Allen, que ganhou seus poderes do mesmo modo que o tio, no laboratório deste. Quem disse que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar? Virou o Kid Flash (Flash Vol. 1 110, dezembro de 1959), parceiro mirim do herói - e assumiu o manto do Flash quando o mentor morreu, na saga Crise nas Infinitas Terras (março de 1986), depois de salvar o universo da destruição.

Fonte:
MUNDO ESTRANHO APRESENTA SUPER-HERÓIS COLEÇÃO 100 RESPOSTAS
pág. 64

domingo, 15 de agosto de 2010

THE FLASH...


O raio! O relâmpago!
O próprio nome transmite a energia da velocidade.
Criado em 1940 por Garner Fox, o Flash faz parte da mesma geração que deu ao mundo outros heróis fantásticos, como Super-Homem, Batman e Mulher-Maravilha - lendas vivas dos quadrinhos cujo sucesso os transportou à televisão e ao cinema.
Em 1990, quando comemorou seu cinquentenário de criação, o Flash - modificado diversas vezes desde seu surgimento - sofreu sua transformação de maior impacto: saiu dos quadrinhos direto para a tevê, na forma de um empolgante seriado, produzido pela Warner Bros em associação com a rede americana CBS e a companhia Pet Fly Productions.
Esse seriado, um show de técnic e efeitos visuais, manteve-se bastante fiel aos quadrinhos e está agradando o público em geral, mesmo aqueles que nunca leram as aventuras do "homem mais rápido do mundo".
Nesta edição especial, estamos apresentando duas histórias inéditas do Flash baseadas no seriado de tevê, com personagens e situações que não são vistos nos quadrinhos.
E não é só isso! Para deixá-lo a par do que andam fazendo em Hollywood, estamos publicando também uma matéria sobre os bastidores de THE FLASH e uma entrevista com os produtores, técnicos, roteiristas e com o ator John Wesley Shipp - o astro principal.
Para quem gosta de acompanhar a série de perto, temos um guia completo com resumos dos 22 episódios - incluindo aqueles ainda inéditos no Brasil. Confira agora mesmo!

Os Editores

FONTE:
THE FLASH
FEVEREIRO/1992
Abril Jovem
Pág. 2

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

FU MANCHU E A MARVEL

Quais são os personagens do Universo do Shang Chi que não pertencem à Marvel?

Boa parte dos coadjuvantes de Shang Chi são propriedade de Sax Rohmer, criador do Fu Manchu e seu universo ficcional. A série de Shang Chi surgiu em 1973, quando a Marvel adquiriu os direitos de publicação do vilão Fu Manchu para os gibis. Anos depois, esses direitos expiraram e a editora não pôde mais citá-los nas histórias do herói.
Os personagens que não pertencem à Marvel são: Fu Manchu, líder de uma organização criminosa e pai de Shang Chi; Sir Denis Nayland Smith, o maior inimigo de Fu Manchu, um agente da coroa britânica que auxilia Shang Chi; Dr. Petrie, o "Watson" de Sir Denis; e Fah Lo Suee, filha de Fu Manchu e tão cruel quanto o pai. Nas aparições recentes do herói, nenhum desses coadjuvantes é citado, já que a Marvel optou por não ronovar os direitos de publicação de Fu Manchu.

Shang Chi e Fu Manchu


Fonte: MUNDO DOS SUPER-HERÓIS # 18 (SETEMBRO/OUTUBRO 2009)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Quantos terráqueos foram Lanternas Verdes?

Até hoje, cinco. O primeiro foi Alan Wellington Scott, executivo que encontrou uma misteriosa lanterna que emitia uma luz esverdeada. Ele fez um anel com o artefato e adquiriu poderes mágicos. Sua estréia (escrita por Bill Finger e desenhada por Martin Nodell) foi em julho de 1940, na 16a. edição de All-American Comics. A ideia era associar a lanterna à história da lâmpada mágica de Aladim. Por isso, ele ia se chamar Alan Ladd, o que só não rolou pois havia um ator de cinema famoso com esse nome. No final da década de 1950, quando a DC decidiu reformular alguns de seus heróis, surgiram os Guardiões do Universo, uma raça muito evoluída que habitava o planeta Oa. Eles dividiram o cosmo em 3.600 setores e designaram protetores para cada um, dando-lhes anéis de poder.
Hal Jordan passou a ser o Lanterna Verde do setor espacial 2.814 (que englobava a Terra) após receber o anel do alienígena Abin Sur, que estava à beira da morte depois da queda de sua nave em nosso planeta.
Numa fase em que Jordan foi exilado da Terra pelos Guardiões, o posto ficou com John Stewart, arquiteto negro de Nova York. Ele surgiu em Green Lantern 87, em janeiro de 1972.
Anos depois, os Guardiões convocaram o professor de educação física Guy Gardner, que só não recebeu o anel antes porque estava em coma. Ao sair da catatonia, tornou-se muito bringuento e arrogante, um verdadeiro anti-herói.
O Lanterna Verde atual chama-se Kyle Rayner e estreou em janeiro de 1994, em Green Lantern 50 (no Brasil, Crepúsculo Esmeralda, da Abril). Ele era um desenhista free-lance que recebeu o último anel forjado em Oa, pelo único Guardião sobrevivente do massacre imposto por Hal Jordan, que virou vilão.

All-American Comics # 16

Fonte: Coleção 100 Respostas - Super-Heróis (Mundo Estranho) 2004