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segunda-feira, 13 de novembro de 2017
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
2. CHRISTOPHER NOLAN É A ESCOLHA CERTA
Ele não é nenhum (Joel) Schumacher. Ainda bem! O diretor de sucessos cerebrais e de baixo orçamento, como Amnésia e Insônia, já provou que não é escravo da máquina de Hollywood. Quando Nolan assinou contrato para dirigir Batman Begins, vendeu à Warner sua visão de um Batman com os pés bem firmes na realidade, e prometeu fazer uma história que enfatizasse mais os personagens do que o espetáculo.
"Sempre fui um grande fã da essência do personagem", diz. "Esse tipo de super-herói elementar não é na verdade super. Trata-se apenas de um mortal comum. A única maneira de fazer um filme à altura dele é enxergando-o como uma pessoa real, seu mundo como o mundo verdadeiro."
Por Richard Ho
Wizard Brasil #21 - Junho de 2005 - Panini Comics
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
O BECO DO CRIME
Detective Comics (1937) 457-A
Comic Book by DC
Mar 1976
A clássica história There is no hope in Crime Alley (Não há esperança no Beco do Crime), publicada em Detective Comics 457, de 1976, deu nome ao local mais importante para o Homem-Morcego, o beco onde seus pais foram assassinados, conhecido a partir de então como Beco do Crime. Essa história criou outra forte mitologia do Batman, a obsessiva vigília que o herói faz todo ano no Beco do Crime, no dia que marca a morte de seus pais, evitando que qualquer crime aconteça na região. Nessa história nasceu a famosa frase do personagem sobre o Beco, "um lugar que foi o meu começo e será meu provável fim", utilizada em tantas outras histórias. A trama também marca a primeira aparição da Doutora Leslie Thompkins, uma médica humanitária que foi a primeira pessoa a encontrar o menino Bruce Wayne ao lado dos corpos dos pais. Nas histórias dos anos 80, foi estabelecido que a doutora se tornou a tutora do Bruce, junto ao mordomo Alfred, ao contrário das histórias da Era de Ouro, que citam um tio de Bruce, Phillip Wayne.
Por André Morelli
Por André Morelli
MUNDO DOS SUPER-HERÓIS #11 - Julho/Agosto de 2008 - Editora Europa.
sábado, 30 de novembro de 2013
DICIONÁRIO DO MORCEGO TRAZ TUDO E MAIS UM POUCO SOBRE O BATMAN
Você sabe quem é Byron Keith? Ora, o prefeito de Gotham City no seriado de 1966. E "A Esfinge"? Trata-se de uma das traduções que o Charada teve no Brasil. E quem em Camburi/ES o quiosque Batmar é identificado com o símbolo do Morcego? Estas divertidas curiosidades integram os quase 1,5 mil verbetes do completíssimo Dicionário do Morcego, (formato 16 x 23 cm, 276 páginas, R$ 35,00), lançado pela Flama Editorial e à venda em livrarias e gibiterias.
O autor é o jornalista mineiro Silvio Ribas, grande conhecedor do universo do Cavaleiro das Trevas. Na obra, além de falar sobre todas as várias versões da Dupla Dinâmica, os coadjuvantes das HQs, criadores, obras estreladas pelo Morcego, atores que participaram de filmes do herói, desenhos animados, games e muito mais, são levantadas "pérolas" como a do fã pernambucano Edmar de Oliveira, que se vestiu como o herói para pedir votos nas eleições de 1994.
Ribas ainda lista uma série de números (teses em universidades, empresas que usam sua marca, bilheterias no cinema etc.) sobre o Batman, classificado como o mais lucrativo, reproduzido e adaptado produto da indústria do entretenimento em todos os tempos.
Por ser tão abrangente, o Dicionário do Morcego tem tudo para agradar até quem não é iniciado no Cavaleiro das Trevas, além de servir como excelente fonte de referência para pesquisas e trabalhos jornalísticos.
Por Sidney Gusman
WIZARD BRASIL #22 - Julho de 2005 - Panini Comics.
A VOLTA DO CAVALEIRO DAS TREVAS
Por Richard Ho
A Wizard e o diretor Christopher Nolan dão 16 razões por que Batman Begins será um sucesso!
Christian Bale
Os números não mentem: 66 anos de quadrinhos. Quatro filmes anteriores. Oito anos em desenvolvimento. Expectativa infinita. E um filme que faz tudo isso valer a pena. Em junho, os sonhos de milhões de fãs do Morcego se tornarão realidade quando Batman Begins finalmente chegar à tela grande.
Quer mais números? Eis aqui 16 razões - com a aprovação do diretor Christopher Nolan - por que iremos saudar 2005 como o ano que marcou a volta do Cavaleiro das Trevas às telas dos cinemas.
1. CHRISTIAN BALE - O MELHOR BATMAN DE TODOS
Esqueça Keaton, Kilmer e Clooney. Christian Bale é Bruce Wayne, do jeitão de playboy ao físico bem talhado, e até mesmo no detalhe do olhar cheio de fúria - o que faz dele o melhor Batman que já existiu. Não acredita? Basta conferir as atuações intensas dele em filmes como Psicopata Americano, Equilibrium e O Operário para ver personagens que contem tanto a obsessão quanto a eficiência mortal do Homem-Morcego.
"Acho que a coisa mais importante a respeito de Christian é a intensidade de sua concentração, a determinação que Bruce Wayne deve ter para convencer as pessoas de que pode mesmo fazer as coisas que faz sem nenhum superpoder", explica Nolan.
WIZARD BRASIL #21 - Junho de 2005 - Panini Comics.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
COWBOY DE BROKEBACK MOUNTAIN SERÁ O NOVO CORINGA NO CINEMA
Agora é oficial. A Warner Bros. anunciou na Califórnia que o vilão do próximo filme do Batman será mesmo o Coringa e que o ator escolhido para encarná-lo será Heath Ledger, um dos cowboys do filme O Segredo de Brokeback Mountain.
Intitulada apenas de The Dark Knight (O Cavaleiro das Trevas), a segunda parte das aventuras cinematográficas do Homem-Morcego manterá Christopher Nolan na direção e Christian Bale no papel título. "Estou muito entusiasmado para continuar a história que começamos a contar em Batman Begins", declarou Nolan, também um dos co-roteiristas, ao lado de David Goyer, da série Blade, e de seu irmão, Jonathan Nolan.
"Nosso desafio ao escolher quem faria o Coringa era encontrar um ator não só extraordinariamente talentoso, mas também sem medo. Assistir à interpretação de Heath Ledger para um personagem tão célebre frente ao Batman de Christian Bale será incrível", acrescentou o diretor.
Ledger, indicado ao Oscar por seu papel em Brokeback Mountain, também recebeu elogios do presidente de produção do estúdio, Jeff Robinov, para quem "a visão única de Chris Nolan foi exatamente o que transformou Batman Begins num trabalho tão espetacular, e não poderíamos sequer cogitar a hipótese de outro nome na direção desta continuação. Estamos ansiosos para ver dois atores tão formidáveis quanto Christian Bale e Heath Ledger enfrentando-se como Batman e Coringa".
Mas isso terá de esperar um bom tempo, pois, segundo a Warner, The Dark Knight só começará a ser filmado no começo de 2007.
By Marco Moretti
WIZARD BRASIL # 36 - Setembro de 2006 - Panini Comics.
domingo, 10 de novembro de 2013
NEAL ADAMS - A LENDA
Ele reviveu o Batman, salvou os X-Men, desafiou o sistema e mudou os quadrinhos para sempre
Por Christopher Lawrence
Brave and the Bold (1955) 75-A
Comic Book by DC
Jan 1968
Batman and the Spectre in
"The Grasp of Shahn-Zi"
Neal Adams se recosta em sua poltrona e pondera a resposta. Ele foi apontado como o terceiro artista mais influente dos quadrinhos, perdendo apenas para Will Eisner e Jack Kirby. Então, olha para o alto, como se mentalmente acessasse os nomes de outros desenhistas, e chega a uma conclusão.
"É isso mesmo", ele diz. "Eu concordo."
Essa falta de modéstia é mais do que costumeira em Adams. Na verdade, é até esperada. A autoconfiança desse artista de 62 anos tornou-se tão lendária quanto seu estilo. Mas será que ele é mesmo um egocêntrico? Ninguém diz isso ao encontrá-lo pela primeira vez. O dono dos estúdios Continuity, de Nova Iorque, é aberto e convidativo; e não costuma por no jornal suas qualidades.
Ele é. isso sim, honesto - talvez até demais - e jamais negou a reconhecer sua posição de destaque na história dos quadrinhos.
"Eu nunca existiria se antes não tivesse aparecido Neal", admite Alex Ross (LJA: Liberdade e Justiça / Marvels ). "Ele foi um pioneiro", acrescenta o editor-chefe da Marvel, Joe Quesada. "Se eu precisasse descrevê-lo em apenas uma palavra, ela seria 'gênio'."
Para Adams, a vida tanto dentro quanto fora dos quadrinhos - consiste em confiar em si mesmo e "traçar seu próprio destino".
ABRINDO PORTAS
Adams não perdeu tempo para forjar o destino por conta própria. Meses depois de ser contratado pela DC, no final dos anos 60, invadiu a sala do lendário editor Julius Schwartz exigindo uma chance de desenhar Batman.
A resposta de Schwartz?
"Caia hora da minha sala."
No entanto, o audacioso artista logo foi recompensado (em 1968) com a incumbência de desenhar e arte-finalizar regularmente a revista Brave and the Bold. Na melhor das hipóteses, tratava-se de um título complementar do Morcego, mas Adams - em seu estilo inimitável - aproveitou a oportunidade e marcou época.
Seu Batman, decidiu ele, seria um autêntico "Cavaleiro das Trevas". Os contemporâneos de Adams tendiam a situar as histórias do herói à luz do dia, algo que nunca agradou ao jovem artista. Para ele, seus colegas estavam apenas seguindo a série da TV e privando o personagem de todo o mistério.
Em Brave and the Bold, o autor devolveu o personagem ao cenário noturno, como um combatente do crime que aparecia e desaparecia entre as sombras. O expediente deu certo, para surpresa de Schwartz.
"Por que estou recebendo cartas dizendo que o único Batman verdadeiro da DC é o de Brave and the Bold?", perguntou o editor ao artista.
Adams não parou para pensar na resposta. Nem precisava. "Porque é o único Batman verdadeiro", disse.
Segundo as lembranças do artista, Schwartz teria dito então: "Você acha mesmo que sabe como Batman deve ser?"
"Julie, qualquer garoto na América sabe. As únicas pessoas que parecem não saber como Batman deveria ser são vocês da DC", ele respondeu.
Batman (1940) 244-A
Comic Book by DC
Sep 1972
"The Demon Lives Again!"
Não muito tempo depois, Neal Adams passou a cuidar dos principais títulos do Homem-Morcego e, em companhia de Denny O'Neil, conduziu uma das mais bem-sucedidas e influentes eras na longa história do Cavaleiro das Trevas.
"Neal sempre foi um dos meus artistas preferidos", afirma O'Neil. "Seus quadrinhos superavam qualquer coisa que estivesse em minha mente quando escrevia as histórias."
Praticamente sozinho, Adams libertou Batman dos elementos camp e cartunescos da série de TV, e deu ao Cavaleiro das Trevas um grau de realismo que não era visto havia décadas.
"Neal revolucionou o personagem", declara o ilustrador de 1602, Andy Kubert. "É seguindo seu estilo que as pessoas retratam Batman hoje". Essa, ironicamente, foi a razão pela qual Adams encerrou seu período no gibi. "Todo mundo começou a fazer o meu Batman", relembra. "Então, eu não precisava mais fazê-lo".
Fonte: Wizard Brasil # 4 - Janeiro de 2004 - Panini Comics.
quarta-feira, 14 de março de 2012
OS CAVALEIROS DAS TREVAS
Oito razões por que Frank Miller e Jim Lee figuram entre as melhores equipes criativas do Homem-Morcego de todos os tempos
Por Mike Cotton
1. O BATMAN DE MILLER DÁ MEDO DE VERDADE
Em seus piores dias, Batman é uma paródia de si mesmo ou um chorão lamuriento, mas em seu melhores dias - sob a direção de Miller - o Cavaleiro das Trevas espreita o submundo de Gotham City como um predador saído dos nossos piores pesadelos. O Batman de Miller é o melhor naquilo que faz, e sabe disso. Ele não quer apenas arrebentar a cara dos bandidos e deixá-los amarrados para os policiais levarem - ele quer atemorizá-los a tal ponto que nunca consigam superar essa lembrança terrível. "Meu Batman é essencialmente um terrorista", disse Miller à queima-roupa em 1996. "Ele apenas combate o inimigo certo".
WIZMANIA - 42
Março de 2007
domingo, 11 de março de 2012
NA TRILHA DO MORCEGO
Defensor implacável de Gotham City, Batman já se tornou parte do imaginário popular do século XX e leva terror ao coração dos criminosos há quase sessenta anos.
O ano era 1939. Buscando inspiração no cinema, nos pulps e nos quadrinhos publicados em tiras de jornais, vários autores já trabalhavam, desde 1934, em personagens criados exclusivamente para as revistas. Essa transposição, dos jornais para revistas propriamente ditas, abriu um campo muito fértil para a introdução de novos personagens. Sem dúvida, o maior deles era o Super-Homem. Seu aparecimento, na revista Action Comics, em 1938, deu início à era dos super-heróis.
Em meados de 1939, na trilha do Homem de Aço, a editora DC encomendou ao jovem cartunista Bob Kane um novo super-herói. Inspirando-se nos velhos esboços das máquinas voadoras de Leonardo da Vinci, Kane rascunhou um personagem com asas de morcego. Do Zorro, tirou a ideia de um homem mascarado combatendo o mal à noite, vestido de preto e usando uma caverna secreta como seu quartel-general. Os pulps e as séries radiofônicas do Sombra sugeriram a ideia da luta contra o crime, espalhando terror nos corações dos criminosos.
Kane passou a proposta básica para seu colaborador Bill Finger, que transformou os primeiros esboços em realidade, sugerindo diversas alterações, como a substituição das asas por uma capa, mudanças nas luvas e no capuz e a introdução do cinto de utilidades.
Em maio de 1939, a revista Detective Comics 27 chegava às bancas com a primeira aventura de Batman.
No entanto, os leitores só conheceriam a verdadeira origem do Homem-Morcego em Detective Comics 33. Thomas e Martha Wayne e seu jovem filho, Bruce, estavam voltando para casa do cinema, quando foram interceptados por um ladrão armado que queria o colar de Martha. Seu marido reagiu e foi assassinado friamente. Ao gritar por socorro, Martha também foi morta, diante de seu filho.
Quinze anos depois, Bruce Wayne estava de volta, agora pronto para combater o crime. Contudo, era necessário um disfarce, cuja escolha se deu num dos trechos mais lembrados dos quadrinhos:
"Criminosos são uma corja de supersticiosos covardes; portanto, meu disfarce deve ser capaz de incutir o terror em seus corações. Devo me tornar uma criatura da noite, sombria, amedrontadora... um... um..." Como que em resposta, um gigantesco morcego entra pela janela aberta. "Um morcego! É isso! É um presságio! Eu devo me tornar um morcego!"
E assim nasceu esta estranha figura das trevas... o vingador do mal - o BATMAN.
Criminals are a superstitious cowardly lot. So my disguise must be able to strike terror into their hearts. I must be a creature of the night, black, terrible... a . a... a bat! That's it! It's an omen. I shall become a bat!
- Bruce Wayne
Em meados de 1939, na trilha do Homem de Aço, a editora DC encomendou ao jovem cartunista Bob Kane um novo super-herói. Inspirando-se nos velhos esboços das máquinas voadoras de Leonardo da Vinci, Kane rascunhou um personagem com asas de morcego. Do Zorro, tirou a ideia de um homem mascarado combatendo o mal à noite, vestido de preto e usando uma caverna secreta como seu quartel-general. Os pulps e as séries radiofônicas do Sombra sugeriram a ideia da luta contra o crime, espalhando terror nos corações dos criminosos.
Kane passou a proposta básica para seu colaborador Bill Finger, que transformou os primeiros esboços em realidade, sugerindo diversas alterações, como a substituição das asas por uma capa, mudanças nas luvas e no capuz e a introdução do cinto de utilidades.
Em maio de 1939, a revista Detective Comics 27 chegava às bancas com a primeira aventura de Batman.
No entanto, os leitores só conheceriam a verdadeira origem do Homem-Morcego em Detective Comics 33. Thomas e Martha Wayne e seu jovem filho, Bruce, estavam voltando para casa do cinema, quando foram interceptados por um ladrão armado que queria o colar de Martha. Seu marido reagiu e foi assassinado friamente. Ao gritar por socorro, Martha também foi morta, diante de seu filho.
Quinze anos depois, Bruce Wayne estava de volta, agora pronto para combater o crime. Contudo, era necessário um disfarce, cuja escolha se deu num dos trechos mais lembrados dos quadrinhos:
"Criminosos são uma corja de supersticiosos covardes; portanto, meu disfarce deve ser capaz de incutir o terror em seus corações. Devo me tornar uma criatura da noite, sombria, amedrontadora... um... um..." Como que em resposta, um gigantesco morcego entra pela janela aberta. "Um morcego! É isso! É um presságio! Eu devo me tornar um morcego!"
E assim nasceu esta estranha figura das trevas... o vingador do mal - o BATMAN.
Criminals are a superstitious cowardly lot. So my disguise must be able to strike terror into their hearts. I must be a creature of the night, black, terrible... a . a... a bat! That's it! It's an omen. I shall become a bat!
- Bruce Wayne
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Gotham City

Aos 15 anos eu nasci em Gothan City
Era um céu alaranjado em Gothan Clty
Caçavam bruxas nos telhados em Gothan City
No dia da Independência Nacional
Cuidado há um morcego na porta principal
Cuidado há um abismo na porta principal
Eu fiz um quarto bem vermelho em Gothan City
Sobre os muros altos da tradição em Gothan City
No cinto de utilidades as verdades Deus ajuda
A quem cedo madruga em Gothan Clty.
Cuidado há um morcego na porta principal
Cuidado há um abismo na porta principal
No céu de Gothan City há um sinal
Sistema elétrico nervoso contra o mal
Tem um sambinha, futebol e carnaval
Todos estão dormindo em Gothan City
Cuidado há um morcego na porta principal
Cuidado há um abismo na porta principal
Os mortos vivos perambulam em Gothan City
Agora vivo o que vivo em Gothan City
Chegou a hora da verdade em Gothan City
A saída é a porta principal
Cuidado há um morcego na porta principal
Cuidado há um abismo na porta principal.
Era um céu alaranjado em Gothan Clty
Caçavam bruxas nos telhados em Gothan City
No dia da Independência Nacional
Cuidado há um morcego na porta principal
Cuidado há um abismo na porta principal
Eu fiz um quarto bem vermelho em Gothan City
Sobre os muros altos da tradição em Gothan City
No cinto de utilidades as verdades Deus ajuda
A quem cedo madruga em Gothan Clty.
Cuidado há um morcego na porta principal
Cuidado há um abismo na porta principal
No céu de Gothan City há um sinal
Sistema elétrico nervoso contra o mal
Tem um sambinha, futebol e carnaval
Todos estão dormindo em Gothan City
Cuidado há um morcego na porta principal
Cuidado há um abismo na porta principal
Os mortos vivos perambulam em Gothan City
Agora vivo o que vivo em Gothan City
Chegou a hora da verdade em Gothan City
A saída é a porta principal
Cuidado há um morcego na porta principal
Cuidado há um abismo na porta principal.
Marcelo Nova
Composição: Jards Macalé / Capinam
Composição: Jards Macalé / Capinam
sábado, 10 de dezembro de 2011
ALIADOS DO MORCEGO
BATDOSSIÊ - ANOS 70
Mundo dos Super-Heróis - Número 10 - julho/agosto de 2008
pág. 28
Batman Family 7-A
Comic Book by DC, Sep 1976
Comic Book by DC, Sep 1976
Em 1975, as bancas americanas receberam a primeira edição da revista Batman Family, que trazia histórias de Robin e Batgirl, em tramas em que os heróis atuavam sozinhos ou como uma nova dupla dinâmica. A publicação, inspirada na revista Superman Family, um grande sucesso lançado um ano antes, pegava carona na boa fase vivida pelo Morcego, mas a ausência de Batman nas histórias diminuiu o interesse do público. O título deixou de ser publicado no número 20, sem que o namoro entre os dois heróis fosse mais longe, apesar da insistência de Robin. Bárbara dizia que Grayson ainda era muito novo. Anos depois, já em sua novas identidades de Asa Noturna (Grayson) e Oráculo (Bárbara), os dois reataram seu antigo namoro.
Batman Family 2-A
Comic Book by DC, Dec 1975
Comic Book by DC, Dec 1975
Mundo dos Super-Heróis - Número 10 - julho/agosto de 2008
pág. 28
domingo, 20 de março de 2011
ASILO ARKHAM
Retorno às origens
A década de 70 foi marcada por grandes equipes criativas e a volta do lado mais sombrio do Morcego
Por André Morelli

Em Batman 258, de 1974, foi feita a primeira referência ao Asilo Arkham, o manicômio judiciário que passou a abrigar os criminosos de Gotham que apresentavam algum problema mental, como o Coringa e o Duas-Caras. Os vilões considerados normais eram mandados para a penitenciária de Blackgate. Com o tempo, o Arkham passou a abrigar não só os loucos, mas qualquer condenado que precisasse de cuidados especiais. Um exemplo é o Senhor Frio, que apesar de mentalmente são, cumpre sua pena no Asilo, o único lugar equipado com o sistema de refrigeração necessário para mantê-lo vivo. O nome Arkham foi retirado de um conto de horror de H. P. Lovecraft e em suas primeiras aparições, também era o nome da cidade onde ele se localizava. Nos anos 80, a cidade foi ignorada e o asilo passou a fazer parte de Gotham City.
A década de 70 foi marcada por grandes equipes criativas e a volta do lado mais sombrio do Morcego
Por André Morelli
Em Batman 258, de 1974, foi feita a primeira referência ao Asilo Arkham, o manicômio judiciário que passou a abrigar os criminosos de Gotham que apresentavam algum problema mental, como o Coringa e o Duas-Caras. Os vilões considerados normais eram mandados para a penitenciária de Blackgate. Com o tempo, o Arkham passou a abrigar não só os loucos, mas qualquer condenado que precisasse de cuidados especiais. Um exemplo é o Senhor Frio, que apesar de mentalmente são, cumpre sua pena no Asilo, o único lugar equipado com o sistema de refrigeração necessário para mantê-lo vivo. O nome Arkham foi retirado de um conto de horror de H. P. Lovecraft e em suas primeiras aparições, também era o nome da cidade onde ele se localizava. Nos anos 80, a cidade foi ignorada e o asilo passou a fazer parte de Gotham City.
Fonte:
Mundo dos SUPER-HERÓIS # 11
julho/agosto de 2008
pág. 27
Leia também:
ANIMAÇÕES NA TV
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
ANIMAÇÕES NA TV
Retorno às origens
A década de 70 foi marcada por grandes equipes criativas e a volta do lado mais sombrio do Morcego
Por André Morelli

Em 1973, estreou pela rede de TV ABC os Superamigos, a versão animada da Liga da Justiça. Criada pelos estúdios Hanna-Barbera e com os visuais criados pelo ilustrador Alex Toth, Superamigos foi um grande sucesso e, somando suas diferentes fases, durou de 1973 até 1986, com a participação de Batman em todas as formações da equipe. O Morcego ganhou ainda mais espaço na TV com a estreia em 1977 de The New Adventures of Batman, animação solo do personagem, produzida pela Filmation e transmitida pela rede CBS. Apesar de New Adventures ser muito fiel aos quadrinhos do que Superamigos, os dois desenhos sempre contaram com a presença de Robin. Já nas revistas, Batman atravessou a década de 70 atuando sozinho e somente em algumas histórias esteve ao lado do Garoto Prodígio ou mesmo da Batgirl.
A década de 70 foi marcada por grandes equipes criativas e a volta do lado mais sombrio do Morcego
Por André Morelli

Em 1973, estreou pela rede de TV ABC os Superamigos, a versão animada da Liga da Justiça. Criada pelos estúdios Hanna-Barbera e com os visuais criados pelo ilustrador Alex Toth, Superamigos foi um grande sucesso e, somando suas diferentes fases, durou de 1973 até 1986, com a participação de Batman em todas as formações da equipe. O Morcego ganhou ainda mais espaço na TV com a estreia em 1977 de The New Adventures of Batman, animação solo do personagem, produzida pela Filmation e transmitida pela rede CBS. Apesar de New Adventures ser muito fiel aos quadrinhos do que Superamigos, os dois desenhos sempre contaram com a presença de Robin. Já nas revistas, Batman atravessou a década de 70 atuando sozinho e somente em algumas histórias esteve ao lado do Garoto Prodígio ou mesmo da Batgirl.
Fonte:
Mundo dos SUPER-HERÓIS # 11
julho/agosto de 2008
pág. 27
Leia também:
O RETORNO DO DUAS-CARAS
segunda-feira, 28 de junho de 2010
O RETORNO DO DUAS-CARAS
Retorno às origens
A década de 70 foi marcada por grandes equipes criativas e a volta do lado mais sombrio do Morcego
Por André Morelli

Criado em 1942, Harvey Dent - o ex-promotor público que enlouqueceu depois que metade de seu rosto foi deformada - tornou-se um dos maiores prejudicados com a perseguição que as revistas em quadrinhos sofreram na década de 50. Tudo devido à sua aparência grotesca. Depois de fazer uma última aparição numa revista de 1954, foram necessários 17 anos até o retorno do personagem, em Batman 234 (de 1971) na história Half of Evil, escrita por Dennis O'Neil. O tempo em que o vilão ficou longe das revistas foi tão longo que sua origem foi reapresentada, numa versão totalmente fiel à original. A partir de então, o Duas-Caras voltou a ocupar papel de destaque na galeria de vilões do Batman, sem nunca mais se ausentar por tanto tempo.
A década de 70 foi marcada por grandes equipes criativas e a volta do lado mais sombrio do Morcego
Por André Morelli

Criado em 1942, Harvey Dent - o ex-promotor público que enlouqueceu depois que metade de seu rosto foi deformada - tornou-se um dos maiores prejudicados com a perseguição que as revistas em quadrinhos sofreram na década de 50. Tudo devido à sua aparência grotesca. Depois de fazer uma última aparição numa revista de 1954, foram necessários 17 anos até o retorno do personagem, em Batman 234 (de 1971) na história Half of Evil, escrita por Dennis O'Neil. O tempo em que o vilão ficou longe das revistas foi tão longo que sua origem foi reapresentada, numa versão totalmente fiel à original. A partir de então, o Duas-Caras voltou a ocupar papel de destaque na galeria de vilões do Batman, sem nunca mais se ausentar por tanto tempo.
Fonte:
Mundo dos SUPER-HERÓIS # 11
julho/agosto de 2008
pág. 27
Leia também:
SURGE RA'S AL GHUL
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
UMA SÉRIE DE TV MUITO DIVERTIDA
Batman já era um dos heróis mais famosos das HQs quando a rede americana ABC decidiu apostar em uma série de TV sobre suas aventuras ao lado de Robin, Alfred e Comissário Gordon. O que ninguém imaginava é que o programa tornaria o Homem-Morcego uma febre mundial e mudaria o rumo de suas histórias por muitos anos seguintes.
O sucesso do seriado deve-se às histórias repletas de humor, lideradas pela improvável dupla dinâmica Adam West e Burt Ward, que era acompanhada de uma galeria de vilões com grandes astros como César Romero (Coringa), Burgess Meredith (Pinguim), Vincent Price (Cabeça de Ovo) e Julie Newmar (Mulher-Gato).
Exibida de 1966 a 1968, trouxe um Batman sorridente que combatia o crime em aventuras nonsense e distantes da aura detetivesca que marcou suas primeiras décadas. Essa fórmula logo foi adotada nas HQs, que usou a série como referência até que o escritor Dennis O'Neil levasse o personagem de volta a uma abordagem mais noir.
A série ainda hoje é um sucesso em reprises por todo o mundo e seus protagonistas realizaram diversos trabalhos de dublagens ligadas ao universo do Batman: Adam West, por exemplo, é a voz de Batman no desenho dos Superamigos, substituindo o dublador original Olan Soule, e do personagem Fantasma Cinzento na série animada do Batman de Paul Dini e Bruce Timm.
FONTE: MUNDO DOS SUPER-HERÓIS # 11 - JULHO/AGOSTO 2008
domingo, 11 de janeiro de 2009
Bill Finger
Surge o Justiceiro da Noite
Em uma entrevista, pouco antes de sua morte, o argumentista Bill Finger relembrou o dia em que Bob Kane lhe falou de um novo projeto.
“Ele havia desenhado um personagem, muito parecido com o Super-Homem, que usava uma pequena máscara e balançava numa corda. Tinha duas asas rígidas e esticadas, como as de um morcego, e embaixo delas estava escrito Batman! Peguei o Dicionário Webster da estante torcendo pra que ele tivesse uma ilustração de morcego e, é claro, tinha! Então eu disse: Olhe estas orelhas. Por que não as duplicamos? Sugeri também que Bob lhe fizesse um capuz pra dar um ar de mistério e cobrir totalmente os olhos. Não gostei das asas e propus uma capa com a bainha recortada. Assim, quando ele corresse, ela esvoaçaria, lembrando asas!”
“Bill é o herói não-celebrado do Batman! Ele realmente refinou a aparência e personalidade do personagem!” – diz Bob Kane.
Os roteiros de Finger deram a Batman os elementos clássicos dos romances policiais que completavam perfeitamente a arte estilizada de Kane. Além de sua imaginação para argumentos, Finger ajudou a criar alguns dos maiores vilões das histórias em quadrinhos – principalmente o Coringa.
“Bill me mostrou uma fotografia de Conrad Veidt no filme The Man Who Laughs (O Homem Que Ri)”! – lembra Kane. “Veidt, de fato, possuía um sorriso maligno e eu aprimorei o rosto do Coringa a partir daquela fotografia!”
O Homem-Morcego teve muitos argumentistas, mas nenhum com a sofisticação poética e a sensibilidade visual de Bill Finger.

Em uma entrevista, pouco antes de sua morte, o argumentista Bill Finger relembrou o dia em que Bob Kane lhe falou de um novo projeto.
“Ele havia desenhado um personagem, muito parecido com o Super-Homem, que usava uma pequena máscara e balançava numa corda. Tinha duas asas rígidas e esticadas, como as de um morcego, e embaixo delas estava escrito Batman! Peguei o Dicionário Webster da estante torcendo pra que ele tivesse uma ilustração de morcego e, é claro, tinha! Então eu disse: Olhe estas orelhas. Por que não as duplicamos? Sugeri também que Bob lhe fizesse um capuz pra dar um ar de mistério e cobrir totalmente os olhos. Não gostei das asas e propus uma capa com a bainha recortada. Assim, quando ele corresse, ela esvoaçaria, lembrando asas!”
“Bill é o herói não-celebrado do Batman! Ele realmente refinou a aparência e personalidade do personagem!” – diz Bob Kane.
Os roteiros de Finger deram a Batman os elementos clássicos dos romances policiais que completavam perfeitamente a arte estilizada de Kane. Além de sua imaginação para argumentos, Finger ajudou a criar alguns dos maiores vilões das histórias em quadrinhos – principalmente o Coringa.
“Bill me mostrou uma fotografia de Conrad Veidt no filme The Man Who Laughs (O Homem Que Ri)”! – lembra Kane. “Veidt, de fato, possuía um sorriso maligno e eu aprimorei o rosto do Coringa a partir daquela fotografia!”
O Homem-Morcego teve muitos argumentistas, mas nenhum com a sofisticação poética e a sensibilidade visual de Bill Finger.

Bill Finger (1917-1974) escreveu a primeira e várias das melhores histórias do Batman, assim como as aparições de Robin, Pingüim, Mulher-Gato e Duas-Caras.
Fonte: BATMAN # 1 (setembro/87).
Bob Kane

Batman Ganha Asas
Em 1939, um ano após a estréia de Super-Homem, o editor da DC, Vincent Sullivan procurava outro herói fantasiado e pediu ideias ao jovem Bob Kane.
“Fui pra casa naquele fim de semana” – relembra Kane –, “fiz um desenho do Super-Homem e comecei a rabiscar fantasias diferentes. Naquele brainstorm, acabei me lembrando de um esboço de Leonardo da Vinci – o modelo de uma máquina voadora com asas de morcego. Foi daí que a ideia pro Batman germinou! A segunda influência que sofri foi do herói com dupla identidade de The Mark of Zorro (A Marca do Zorro), estrelado por Douglas Fairbanks. E, então, pensei em The Bat Whispers (Os Sussurros do Morcego), um filme de mistério escrito por Mary Roberts Rinehart! Percebi que estava ficando quente. Desenhei um personagem com asas de pássaro e chamei-o de Homem-Pássaro, mas ele não era muito convincente. Então, mudei as asas. Fiz como as de um morcego, e o batizei de Batman (Homem-Morcego)!”
Detective Comics 27, a primeira aparição de Batman, foi uma grande conquista numa carreira que havia apenas começado. “Acho que eu tinha tinta de impressão nas veias” – diz Kane –, “pois desde que me conheço por gente, tinha lápis na mão. Quando eu tinha dez anos, meu pai era impressor do Daily News de Nova Iorque e trazia pra casa todos os quadrinhos do jornal, e eu os copiava constantemente. Chegou o dia em que eu os reproduzia tão bem quanto os próprios cartunistas!”
Este treinamento informal levou o jovem Kane à criação de um dos mais memoráveis personagens do século. “No começo, a gente nunca sabe onde uma criação vai chegar, só torce pelo melhor. Eu sentia que o Batman seria sucesso, mas não tão grande quanto chegou a ser. Estou muito orgulhoso dele!”
Fonte: BATMAN # 1 (setembro/87).
Em 1939, um ano após a estréia de Super-Homem, o editor da DC, Vincent Sullivan procurava outro herói fantasiado e pediu ideias ao jovem Bob Kane.
“Fui pra casa naquele fim de semana” – relembra Kane –, “fiz um desenho do Super-Homem e comecei a rabiscar fantasias diferentes. Naquele brainstorm, acabei me lembrando de um esboço de Leonardo da Vinci – o modelo de uma máquina voadora com asas de morcego. Foi daí que a ideia pro Batman germinou! A segunda influência que sofri foi do herói com dupla identidade de The Mark of Zorro (A Marca do Zorro), estrelado por Douglas Fairbanks. E, então, pensei em The Bat Whispers (Os Sussurros do Morcego), um filme de mistério escrito por Mary Roberts Rinehart! Percebi que estava ficando quente. Desenhei um personagem com asas de pássaro e chamei-o de Homem-Pássaro, mas ele não era muito convincente. Então, mudei as asas. Fiz como as de um morcego, e o batizei de Batman (Homem-Morcego)!”
Detective Comics 27, a primeira aparição de Batman, foi uma grande conquista numa carreira que havia apenas começado. “Acho que eu tinha tinta de impressão nas veias” – diz Kane –, “pois desde que me conheço por gente, tinha lápis na mão. Quando eu tinha dez anos, meu pai era impressor do Daily News de Nova Iorque e trazia pra casa todos os quadrinhos do jornal, e eu os copiava constantemente. Chegou o dia em que eu os reproduzia tão bem quanto os próprios cartunistas!”
Este treinamento informal levou o jovem Kane à criação de um dos mais memoráveis personagens do século. “No começo, a gente nunca sabe onde uma criação vai chegar, só torce pelo melhor. Eu sentia que o Batman seria sucesso, mas não tão grande quanto chegou a ser. Estou muito orgulhoso dele!”
Fonte: BATMAN # 1 (setembro/87).
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Uma sombra entre as sombras da noite...

...se move furtivamente. Saltando de um edifício a outro, sua capa se estampa na lua como o vulto de um morcego. O crime rasteja pelas ruas à procura dos indefesos. Quem poderá detê-lo?

BATMAN
A partir deste mês, o maior detetive de todos os tempos estará com você, mensalmente, vivendo o impossível. Batman é um justiceiro implacável. Separado de seu antigo companheiro Robin – que decidiu ingressar na vida universitária -, Batman tornou-se furtivo, misterioso, a encarnação de um ódio obsessivo contra todas as formas do mal.
O herói não habita mais a mansão Wayne. Não. Vivendo ao lado de seu fiel mordomo, Alfred, em um luxuoso apartamento no centro de Gotham City, ele elaborou uma nova Batcaverna – seu supremo quartel-general – em um túnel abandonado do metrô. De lá, enquanto a cidade dorme em silêncio ou a agitação do dia domina a todos, ele parte para defender o mundo de vilões como o terrível Coringa, o Pingüim, o Duas-Caras e um sem-número de criaturas diabólicas.
Em suas mãos está o início de uma nova era para o mundo dos quadrinhos. Participe dela. Você não vai se arrepender.
BATMAN #01 - Junho de 1984 - Editora Abril.

BATMAN
A partir deste mês, o maior detetive de todos os tempos estará com você, mensalmente, vivendo o impossível. Batman é um justiceiro implacável. Separado de seu antigo companheiro Robin – que decidiu ingressar na vida universitária -, Batman tornou-se furtivo, misterioso, a encarnação de um ódio obsessivo contra todas as formas do mal.
O herói não habita mais a mansão Wayne. Não. Vivendo ao lado de seu fiel mordomo, Alfred, em um luxuoso apartamento no centro de Gotham City, ele elaborou uma nova Batcaverna – seu supremo quartel-general – em um túnel abandonado do metrô. De lá, enquanto a cidade dorme em silêncio ou a agitação do dia domina a todos, ele parte para defender o mundo de vilões como o terrível Coringa, o Pingüim, o Duas-Caras e um sem-número de criaturas diabólicas.
Em suas mãos está o início de uma nova era para o mundo dos quadrinhos. Participe dela. Você não vai se arrepender.
BATMAN #01 - Junho de 1984 - Editora Abril.
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