Mostrando postagens com marcador John Byrne. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador John Byrne. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

BYRNE NA CHARLTON

O primeiro trabalho profissional de Byrne foi uma história de duas páginas para a revista de terror Nightmare 20, da Skywald Publications, em agosto de 1974. Em seguida, criou para a editora Charlton Comics uma série de aventuras curtas do robô Rog-2000, personagem concebido anos antes para um fanzine dos seus amigos - e também futuros quadrinhistas - Bob Layton e Roger Stern. O editor da Charlton, Nicola Cuti, gostou do personagem e convidou Byrne a desenhar histórias com ele para complementar a revista do super-herói E-Man, maior sucesso da editora na época. O próprio Cuti escrevia as aventuras de Rog-2000.

Doomsday + 1 (1975) 1-A
Comic Book by Charlton
Jul 1975

A seguir, Byrne desenhou para a Charlton adaptações de três programas de TV famosos: as séries Emergência e Espaço: 1999 e o desenho Carangos e Motocas. Ao lado de Joe Gill, idealizador do Capitão Átomo, Byrne criou a série Doomsday + 1, sobre um grupo de sobreviventes de um ataque atômico a Nova York.

Por Maurício Muniz

MUNDO DOS SUPER-HERÓIS #7 - Novembro/Dezembro de 2007 - Editora Europa.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

O QUE ACONTECERIA SE O QUARTETO FANTÁSTICO NÃO TIVESSE ADQUIRIDO SUPERPODERES?

(What if vol. 1 #36; no Brasil, Superaventuras Marvel 96, Abril)

What If? 36-A
Comic Book by Marvel
Dec 1982
"What if the Fantastic Four had not Gained Their Powers?"

EQUIPE DE CRIAÇÃO: John Byrne (roteiro e arte)

A HISTÓRIA: O que define um grupo de heróis?

Será a habilidade para se esticarem, ficarem invisíveis, gritarem "Em chamas!" e... bem, você já entendeu onde queremos chegar. Essas questões candentes (perdoe o inevitável trocadilho) e suas respostas não são tão deprimentes quanto se possa pensar.

Escrita e ilustrada por John Byrne, esta história reimagina o gibi seminal Fantastic Four 1 (a primeira aventura do Quarteto Fantástico), criado por Lee e Kirby, com algumas diferenças de monta: a missão espacial exploratória de Reed é um completo sucesso e, como consequência, nenhum deles é bombardeado por raios cósmicos superpoderosos.

Você poderia pensar que essa mudança nos acontecimento levaria Reed, Sue, Johnny e Ben a um estilo de vida mais mundano, em que trabalhariam em horário comercial e sairiam para comer fora aos domingos, mas é aí que se engana!

Embora a vida para nossos quatro amigos tenha se tornado normal (e completamente custeada pelo governo, graças ao êxito de sua viagem espacial), isso não impede que o Toupeira solte sua fera subterrânea no mundo da superfície, como fez antes.

A família heroica forma, então, um esquadrão para investigar o horror subterrâneo. Desta vez, empregam armas laser para matar o monstro, em vez de usar seus poderes para feri-lo. Esta história não apenas mostra que o Toupeira continua o mesmo em qualquer realidade, mas também prova o quanto o Quarteto Fantástico pode ser dinâmico e eficiente como personagens e como equipe - com ou sem moléculas instáveis.

A abordagem de Byrne foge ao convencional, já que são poucas as histórias alternativas em que os personagens não morrem tragicamente ou o planeta não explode! Na verdade, esta aventura curta deixa o leitor com vontade de ver como seria uma versão alternativa de Fantastic Four 2.

Por Chris Ward

WIZARD BRASIL #17 - Fevereiro de 2005 - Panini Comics.


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

GÊNIO INDOMADO

Talentoso e briguento, John Byrne foi um dos maiores astros dos quadrinhos nos anos 70 e 80

Por Maurício Muniz

No começo dos anos 60, quando morava com seus pais no Canadá, John Byrne descobriu nas bancas as primeiras revistas do Quarteto Fantástico. Impressionado com a energia e modernidade do gibi, principalmente no traço de Jack Kirby, Byrne decidiu ali que gostaria de trabalhar com quadrinhos. Em 1970, essa paixão levou o rapaz de 20 anos a se matricular na Alberta College of Art e Design, na cidade canadense de Calgary. Mesmo sem completar a faculdade, foi lá que Byrne produziu um de seus primeiros trabalhos em quadrinhos, a tira humorística Gay Guy, para o jornal da instituição. A partir daí, o desenhista entrou lentamente no mercado de quadrinhos norte-americano, primeiro com vários trabalhos menores, até começar a ser notado pela Marvel. Era o começo de uma carreira ímpar nos comics de super-heróis. Acompanhe seus principais feitos.

Por Maurício Muniz

MUNDO DOS SUPER-HERÓIS #7 - Novembro/Dezembro de 2007 - Editora Europa.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Como Clark Kent conseguiu emprego no Planeta Diário?

Em 1986, a DC Comics resolveu mudar a origem do Superman, tornando-o menos onipotente. Para isso, escalou o quadrinista John Byrne, que alterou várias coisas aqui e ali. Uma delas, no entanto, feriu – e bastante – a ética jornalística. Logo que chega a Metrópolis, Clark Kent consegue um alto cargo no jornal Planeta Diário depois de oferecer algo inédito: uma entrevista exclusiva com... ninguém menos que o Superman!

Isso mesmo, ele se entrevistou! Um ato pouco recomendável para alguém tão certinho, não? O pior é que, segundo essa versão, Lois Lane trabalha no periódico desde a adolescência e galgou degrau a degrau até chegar a repórter especial, o mesmo cargo dado a Kent.

Superman by John Byrne

Fonte: Coleção 100 Respostas - Super-Heróis (Mundo Estranho) 2004