sábado, 28 de agosto de 2010

Poema de Pablo Picasso

Deita fora todos os números não essenciais à tua sobrevivência.
Isso inclui idade, peso e altura.
Deixa o médico preocupar-se com eles.
É para isso que ele é pago.
Frequenta, de preferência, amigos alegres.
Os de "baixo astral" põem-te em baixo.
Continua aprendendo...
Aprende mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa.
Não deixes o teu cérebro desocupado.
Uma mente sem uso é a oficina do diabo.
E o nome do diabo é Alzheimer.

Aprecia coisas simples.
Ri sempre, muito e alto.
Ri até perder o fôlego.
Lágrimas acontecem.
Aguenta, sofre e segue em frente.
A única pessoa que te acompanha a vida toda és tu mesmo.
Mantém-te vivo, enquanto vives!

Rodeia-te daquilo de que gostas:
Família, animais, lembranças, músicas, plantas, um hobby, o que for.
O teu lar é o teu refúgio.
Aproveita a tua saúde;
Se for boa, preserva-a.
Se está instável, melhora-a.
Se está abaixo desse nível, pede ajuda.
Não faças viagens de remorso.
Viaja para a cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faças viagens ao passado.
Diz a quem amas, que realmente os amas, em todas as oportunidades.

E lembra-te sempre que:
A vida não é medida pelo número de vezes que respiraste, mas pelos momentos
Em que perdeste o fôlego:
De tanto rir...
De surpresa...
De êxtase...
De felicidade...

Pablo Picasso

Fonte da imagem: Té la mà Maria - Reus
Fonte do poema: Alma de poeta

ALLISON MACK

Chloe Sullivan

A alemã Alisson Mack nasceu na cidade de Preez em 29 de julho de 1982. Aos quatro anos de idade já atuava em comerciais e aos 7 começou a estudar na The Young Actor Space, em Los Angeles. Antes de atuar como Chloe Sullivan, em Smallville, Mack participou de diversas outras séries e filmes, como a comédia Opposite Sex, em 2000, e em Hiller and Diller, em 1997. Além de atriz, ela também é dançarina e cantora e vive em Los Angeles.

FONTE:
MUNDO DOS SUPER-HERÓIS # 1
AGOSTO 2006

Pág. 63

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

FORÇAS SOBRE-HUMANAS

HISTÓRIAS CONTADAS EM TODOS OS CANTOS DO PLANETA

Por Wagner Gutierrez Barreira

Ao redor de uma fogueira, milhares de anos atrás, no tempo livre que separava o fim das tarefas do dia da hora de dormir, os homens primitivos começaram a contar histórias. Com elas, tentavam encontrar respostas para o que não conseguiam comprender. Por que o Sol, a Lua e as estrelas surgem e somem no céu? Quem comandava os raios e as tempestades? O que acontece depois que morremos? Como isso tudo que me rodeia apareceu? Por que estou aqui?

A base da mitologia é o esforço permanente e contínuo de entender o mundo e o próprio homem. Histórias maravilhosas passaram de geração a geração e, à medida que foram contadas e recontadas, tornaram-se mais complexas, ganharam novos personagens e variantes. Explicações para fenômenos físicos adquiriram uma dimensão sublime.
Não há nenhum grupo cultural ou étnico na Terra que não associe a origem do mundo, dos seres humanos, das plantas, dos animais e dos acidentes geográficos a uma força superior, sobre-humana. Deuses e heróis convivem com a humanidade desde a aurora de nossa espécie. E essas histórias, que não têm autores, continuam a nos encantar.
Os mitos afiavam o pensamento abstrato, estavam presentes e alimentavam o cotidiano. Por que fazer um ritual de sepultamento em vez de abandonar um morto pelo caminho? Exemplos pré-históricos: em Altamira, na Espanha, homens primitivos (ou nem tanto) pintavam suas caçadas nas cavernas. Na África, estatuetas representavam mulheres de nádegas e seios fartos. Para muitos arqueólogos e antropólogos, as pinturas evocam o sagrado em busca de melhor sorte e proteção na próxima caçada. A estátua é um símbolo da Mãe Terra, uma deusa da fertilidade e, para muitas culturas, a força motriz que deu origem ao mundo.
Povos de todo o planeta forjam seus heróis e deuses de acordo com o que têm à mão. Os nórdigos do norte da Europa achavam que o mundo começara no embate, em um grande campo de gelo, do calor contra o frio. Para os gregos, os deuses viviam numa montanha, assim como para os indianos.
Os habitantes do oeste da África imaginavam que a origem do mundo era um grande ovo cósmico (assim como os chineses). O homem pré-colombiano nasceu do milho. Em outras culturas ele veio da argila, da madeira, do barro ou do sopro divino. Em muitas delas, foi difícil chegar à humanidade, e os deuses criaram e destruíram vários protótipos. Ao mesmo tempo, os personagens mitológicos lidam com sentimentos muito humanos, como a raiva, o ciúme, a vergonha, a culpa - sejam deuses, sejam heróis ou mortais. Não por acaso, a psicologia e a psicanálise foram buscar em histórias ancestrais exemplos para suas hipóteses. O suíço Carl Gustav Jung (1875-1961) defendia a existência do "inconsciente coletivo", uma grande herança de imagens e símbolos que cada um de nós carrega, tal como um DNA. O próprio Sigmund Freud (1856-1939), o pai da psicanálise, usou o mito de Édipo como motivo em seus textos. A propósito, relações incestuosas são abundantes na mitologia e a destruição do pai pelo filho, um tema recorrente.




FONTE: O LIVRO DAS MITOLOGIAS
EDIÇÃO 280-A - JULHO DE 2010
Págs. 7 e 8

Bom é quando vai mal (1980-1989)

DEMOLIDOR

Por Bernardo Santana

"...Demolidor era um daqueles títulos que eram dados a novos roteiristas. Vendia de maneira consistente, mas não muito bem. Então não havia risco de se estragar nada. Servia como laboratório, onde se podia fazer experimentos". O testemunho é de Steve Gerber, roteirista criador de Howard, o Pato, e ilustra bem a oportunidade que o jovem Miller teve ao assumir Daredevil.
Desde 1979 atuando como desenhista no título, Miller já havia transformado a própria Cozinha do Inferno em um personagem e imprimido um clima noir inédito nos gibis da Casa das Ideias. Depois que assumiu como roteirista, em janeiro de 1981, a revolução só se aprofundou.
A narrativa cinematográfica, o uso econômico dos diálogos e recordatórios, a influência clara da obra de Will Eisner e a mudança de tom nas histórias - de confrontos comuns contra supervilões para um mergulho no mundo do crime -, transformaram a revista do Demolidor de dor de cabeça em título mais quente nas prateleiras. E isso só custou a vida pessoal do pobre Matt Murdock.
São dessa época o nascimento da rivalidade Rei do Crime-Demolidor, a criação e primeira morte de Elektra, os confrontos históricos com o Mercenário, a revelação de sua identidade e sequencias nefastas, e várias outras marcas registradas do Homem Sem Medo. Sem dúvida, o auge do personagem até hoje (e que pode ser conferido nos quatro volumes de Os Maiores Clássicos do Demolidor, lançados pela Panini Comics).

Daredevil (Vol 1) 182-A
Comic Book by Marvel, May 1982

FONTE: WIZMANIA # 11 - MARÇO DE 2009
Pág. 76


Veja também:
São Francisco e ladeira abaixo (1970-1979)
Um entre muitos (1964-1969)

O SILMARILLION

Título Original
The Silmarillion



J. R. R. Tolkien

(1917-1925)

Organizado por
Christopher Tolkien

TRADUÇÃO
WALDÉA BARCELLOS

wmfmartinsfontes

SÃO PAULO 2009





O Silmarillion, publicado quatro anos após o falecimento do seu autor, é um relato dos Dias Antigos, a Primeira Era do Mundo. Em O Senhor dos Anéis, foram narrados os grandes eventos do final da Terceira Era; as histórias de O Silmarillion, no entanto, são lendas derivadas de um passado muito mais remoto, quando Morgoth, o primeiro Senhor do Escuro, habitava a Terra-Média, e os altos-elfos guerrearam com ele pela recuperação das Silmarils.
Mas O Silmarillion não relata apenas os eventos de uma época muito anterior àquela de O Senhor dos Anéis, em todos os pontos essenciais de sua concepção, ele também é, de longe, a obra mais antiga. Na realidade, embora na época não se chamasse O Silmarillion, ele já existia meio século antes. Em cadernos velhíssimos, que remontam a 1917, podem ser lidas as versões iniciais das histórias mais importantes da mitologia, muitas vezes escritas às pressas, a lápis.

(460 págs.)

MICHAEL ROSENBAUM

Lex Luthor

Nascido em 11 de julho de 1972, Michael Owen Rosenbaum é natural de Oceanside, Nova York.
Bacharel em Artes pela Western Kentucky University, Rosenbaum já atuou em concertos como Foreigner, Hall & Oates. Além do seu papel de Lex Luthor em Smallville, ele também foi a voz do Flash, na Liga da Justiça, em 2001.

FONTE:
MUNDO DOS SUPER-HERÓIS # 1
AGOSTO 2006

Pág. 62

Dinamite, o Bionicão e Falcão Azul

(1976)

Bionicão é um atrapalhado cão biônico e acompanha o herói Falcão Azul no combate ao crime de Cidadópolis. O desenho é uma mistura entre Batman e Scooby Doo e não poupa referências a esses personagens. Sempre que a cidade está em perigo, o Falcão-sinal é enviado e lá se vão os dois no Falco-móvel para resolver os problemas. Quando o Falcão Azul está prestes a prender algum bandido, Bionicão quase sempre põe tudo a perder com suas bugigangas biônicas.
O Bionicão pode esticar todos os membros do corpo, graças às suas habilidades especiais, enquanto o Falcão Azul usa apenas sua inteligência como arma. Por trás da máscara de Falcão Azul está o milionário Radley Crowne, identidade desconhecida para o povo de Cidadópolis.

Falcão Azul e Bionicão

Veja também:
Space Ghost
Homem-Pássaro
Galaxy Trio
Os Herculóides
Poderoso Mightor
Sansão e Golias
Os Impossíveis

Fonte:
Mundo dos SUPER-HERÓIS # 1
agosto de 2006
pág. 10