terça-feira, 21 de abril de 2009

MARVEL MAX 12

Agosto de 2004
R$ 4,90
Panini Comics

Nascido para Matar: para não perder sua preciosa guerra, Frank Castle pode embarcar num caminho sem volta.

O TERCEIRO DIA
(Justiceiro)
Roteiro: Garth Ennis
Desenhos: Darick Robertson
Arte-final: Tom Palmer
Cores: Paul Monts
Tradução e Adaptação: Jotapê Martins/FL
Letras: Donizeti Amorim

Born 3
Comic Book by Max, Jan 2003





















Alias: OK, então Rebecca é mutante. Mas terá isso algo a ver com seu desaparecimento? É o que Jessica precisa descobrir.

REBECCA, POR FAVOR, VOLTE PRA CASA, PARTE 2
(Jessica Jones)
Roteiro: Brian Michael Bendis
Arte: Michael Gaydos
Arte do "diário": David Mack
Arte da "safira": Mark Bagley e Rodney Ramos
Cores: Matt Hollingsworth
Tradução e edição: Fernando Lopes
Adaptação: Hélcio de Carvalho
Letras: Donizeti Amorim

Alias 12
Comic Book by Max, Sep 2002





















Poder Supremo: um encontro perturbador faz Hipérion questionar seu verdadeiro papel estratégico para os Estados Unidos e o mundo. Um tipo de questionamento muito perigoso.

PODER E ARBITRARIEDADE
(Poder Supremo)
Roteiro: J. M. Straczynski
Desenhos: Gary Frank
Arte-final: Jon Sibal
Cores: Chris Sotomayor
Tradução e edição: Fernando Lopes
Adaptação: Hélcio de Carvalho
Letras: Donizeti Amorim

Supreme Power 7
Comic Book by Marvel, Apr 2004
ESTA VIDA É UMA
GRANDE ESCOLA PARA
O APRIMORAMENTO
DA ALMA.


Esta vida é uma grande escola que ensina muitas lições. Mesmo que você fracasse de vez em quando, não desanime; diante de contratempo, não se irrite. Ao receber advertência de alguém, pense que ele está-lhe ensinando algo e sinta-se grato. Assim, sua alma ficatá mais feliz.

Do livro A Escola da Vida é Maravilhosa – Seicho Taniguchi

segunda-feira, 20 de abril de 2009

MARVEL KNIGHTS # 1 (Agosto de 2002)
R$ 2,90
Panini Comics








ZARAN
(Demolidor, Viúva Negra, Mestre do Kung-Fu, Cavaleiro da Lua, Adaga x Justiceiro)
Roteiro: Chuck Dixon
Desenhos: Ed Barreto
Arte-final: Klaus Janson
Cores: Avalon Studios & Dave Kemp
Tradução e edição: Fernando Lopes
Letras: Daniel de Rosa

Marvel Knights 4
Comic Book by Marvel, Oct 2000



















FAMÍLIA E AMIGOS
(Demolidor, Viúva Negra, Mestre do Kung-Fu, Cavaleiro da Lua, Adaga x Justiceiro)
Roteiro: Chuck Dixon
Desenhos: Ed Barreto
Arte-final: Klaus Janson
Cores: Avalon Studios & Dave Kemp
Tradução e edição: Fernando Lopes
Letras: Daniel de Rosa

Marvel Knights 5
Comic Book by Max, Nov 2000
QUEM DOA COM
GENEROSIDADE RECEBE
MUITAS BÊNÇÃOS.


Devemos cultivar o espírito de doação. Só quem doa é digno de receber. Mesmo que não tenhamos algo material para dar, podemos oferecer amor, bondade, gratidão. Quem doa com generosidade recebe muitas bênçãos e desfruta uma vida próspera.

Do livro Para Realizar o Amor e a Oração – Seicho Taniguchi

domingo, 19 de abril de 2009

Biblioteca FOLHA

JOSÉ SARAMAGO

História do Cerco de Lisboa

(1987)

2003

"As ficções que contam, fazem-se... com uma continuada dúvida... a inquietação de saber que nada é verdade e ser preciso fingir que o é." Entre as ficções que mais contam, nos dias de hoje, estão a do autor frase; e entre os livros dele, nenhum se firma tanto nisso para fingir suas verdades quanto a História do Cerco de Lisboa.
São duas histórias: a história real do cerco a Lisboa no ano de 1147 (quando os portugueses, com ajuda dos cruzados, tomaram a cidade aos mouros) e outra história, fictícia, que surge aos poucos na cabeça do revisor Raimundo Silva, depois de alterar injustificadamente certa frase nas provas de um livro, mudando a história com a simples força de um "não".
É um tema mais que caro a José Saramago: o bom uso das palavras, que fazem luz "sobre o entendimento das coisas, até onde se pode, e aonde, a não ser por elas, não se chega". Bom uso: poder dizer o que se quer, e querer dizer o que se pode, quando o que está em jogo é o entendimento humano das coisas. Não por acaso, os dois cercos, o real e o fictício, se confundem aqui com um cerco amoroso, que se vai fechando sobre o velho revisor e sua jovem editora, como se fecha, oitocentos imaginados anos antes, sobre um soldado português e a viúva de um cruzado.
Este título, então, História do Cerco de Lisboa, ganha um duplo sentido inesquecível daqui para a frente. Não diz respeito só ao que se passou numa hedionda guerra religiosa medieval. Para nós, agora, é também a cifra de uma longamente adiada, longamente sofrida, demoradamente saboreada, maravilhosa e comum história de amor.

ARTHUR NESTROVSKI
Articulista da Folha

(319 págs.)
A PROSPERIDADE É
GARANTIDA A QUEM SENTE
GRATIDÃO AOS PAIS E AOS
ANTEPASSADOS.


Somos todos dotados da Vida de Deus, que se manifestou neste mundo por meio de nossos antepassados e nossos pais. Estamos vivos aqui e agora graças a eles. Ao cultivarmos gratidão a eles, sintonizamos com as "ondas espitituais" da provisao infinita de Deus e enriquecemos espiritual e materialmente.

Do livro Onna no Jōdo – Masaharu Taniguchi

sábado, 18 de abril de 2009

Biblioteca FOLHA

MARGUERITE DURAS

O Amante

Título original:
L'amant
(1984)


2003

Tradução de Aulyde Soares Rodrigues

O Amante conta a descoberta do amor e do sexo por uma adolescente, filha de uma família de colonos falidos na Indochina francesa, nos anos 30. O amor proibido da menina branca, sua entrega a um jovem chinês rico, dez anos mais velho do que ela, é também uma forma de escapar à claustrofobia e à derrocada da família, o seu "envelhecimento" precoce, a descoberta da sua solidão.
É também a história da própria escritora.
Duras ergueu uma ponte impensável entre fotonovela e literatura de vanguarda. Seu amante, nesse sentido, é um príncipe encantado que faz da menina adolescente uma prostituta aos olhos dos outros e que a faz descobrir ao mesmo tempo a solidão do seu próprio desejo, e por consequência a vocação para a literatura. Em troca, e à imagem da prostituta, a menina faz o amante apaixonado sofrer de amor.
É a coragem ou a loucura de avançar sobre um fio tênue entre a originalidade e o grotesco que fez de Duras uma verdadeira escritora - sabendo que corria o risco de escorregar, de resvalar no ridículo, e ainda assim preferindo o risco à repetição. Razão de sua obra muitas vezes ser tão vulnerável e dependente dos bons olhos do leitor.
A obra de Duras é essa vulnerabilidade, essa exposição ao leitor, sem a cumplicidade do qual pode não restar nada além do escárnio. Há quem a odeie por isso. Mas foi também essa entrega e essa exposição que lhe garantiram uma legião de fãs, que reconheceram a coragem (ou a loucura) de uma escritora determinada a criar uma língua e um estilo próprios. Duras passou a viver a obra, incorporou o estilo à própria vida. E é o que faz do relato autobiográfico de O Amante também um texto ficcional, um romance por denegação: "A história da minha vida não existe".

BERNARDO CARVALHO
Colunista da Folha

(95 págs.)