Hal Jordan é o piloto de provas da Ferris Aeronáutica que voou mais rápido e mais alto do que qualquer um jamais poderia sonhar. De todos os membros da Liga da Justiça, de todos que apresentam estranhos dons e poderes, ele é quem mais me preocupa.
Anos atrás, recebeu o anel energético de um alienígena moribundo. O anel era energizado por uma energia de outro mundo. Ele permite que Jordan crie, apenas por meio da imaginação, tudo que desejar. Com ele, pode voar, formar objetos gigantes para serem usados como armas ou ferramentas, ou sobreviver aos rigores do espaço. Seu anel não é o único. Jordan faz parte da Tropa dos Lanternas Verdes. Essa organização alienígena policia o universo e é comandada por uma raça conhecida como os Guardiões.
A carga do anel dura cerca de vinte e quatro horas. Esta, admite Jordan, é a sua única fraqueza, mas o Lanterna se esquece de que o próprio Jordan é uma fraqueza. Superman me garante que Jordan é um herói e que salvou este mundo muitas vezes, mas sua força de vontade para formar coisas com base em caprichos não é resultado de disciplina. Não é consequência de experimentos ou sabedoria. Quando o alienígena deu o anel a Jordan, escolheu-o porque ele era destemido.
Aprendi, por experiência própria, que o medo é um traço necessário naqueles que fazem o que escolhemos fazer. Medo da perda. Medo da corrupção. Medo do que o mundo vai se tornar se não tivermos sucesso.
Fonte: JUSTIÇA # 11 (JANEIRO/2008)
quarta-feira, 16 de março de 2011
LANTERNA VERDE
domingo, 13 de março de 2011
período elisabetano
SHAKESPEARE | GEOFFREY CHAUCER | FRANCIS BACON | JOHN DONNE | JOHN MILTON
Um reinado de esplendor
POR FÁBIO DE SOUZA ANDRADE
Em 1558 Elizabeth I foi coroada rainha da Inglaterra, inaugurando um período que até hoje é considerado um dos pontos áureos da história inglesa, tanto na política quanto nas artes. Foi nesse período que um jovem interiorano começou a fazer sucesso com suas peças em Londres. Seu nome era William Shakespeare, e ao longo de sua vida escreveu mais de 39 peças que lançaram as bases para toda a literatura de língua inglesa produzida ao longo dos cinco séculos seguintes.
Apesar de não ter sido ele quem deu estatuto literário ao inglês moderno que hoje conhecemos - a realização é atribuída a Geoffrey Chaucer, ainda no século XIV -, Shakespeare fundou a tradição literária que viria a orientar boa parte de toda a literatura ocidental até os dias de hoje.
As letras do período não foram férteis apenas no teatro. Em campos tão distantes quanto a poesia e a filosofia, o gênio inglês também brilhou na virada do século XVI para o XVII. Enquanto Francis Bacon lançava as bases do método empírico nas ciências, John Donne desenvolvia a versão inglesa da poesia barroca.
Após o esplendor elisabetano, a Inglaterra entra em um período de fortes convulsões políticas e sociais que culmina na criação do governo republicano de Oliver Cromwell em 1649, que teve como um de seus porta-vozes John Milton, autor do maior poema épico de língua inglesa de todos os tempos: O paraíso perdido, uma narração do incrível ataque de Satã às forças divinas.
sábado, 12 de março de 2011
CANÁRIO NEGRO
Dinah Lance é a Canário Negro, mas esta é sua segunda vida. Ela foi uma aventureira mascarada com seu marido detetive até o dia em que ficou viúva. Foi quando seu mundo acabou. Ela se aliou à Liga da Justiça buscando algo que lhe conferisse estabilidade e comunidade. Foi em seu meio, durante uma batalha com um dos inimigos da Liga, que recebeu o poder de uma voz que pode esmigalhar madeira e pedra.
Sob muitos aspectos, ela começou a combater o crime por preocupação com seus semelhantes, mas tornou-se mais do que humana enquanto combatia ao lado da Liga. Seu relacionamento com o Arqueiro Verde foi vital para ambos. Os dois perderam mundos. Embora eu normalmente considere relacionamentos uma desvantagem para nossa missão, este lhes dá força. Juntos, o Arqueiro Verde e a Canário Negro combatem o crime local bem como a variedade interplanetária que habitualmente enfrentamos na Liga da Justiça.
Dinah também toca um negócio próprio, com o gerente e proprietária de uma floricultura. Seu relacionamento com aqueles cuja vida salvou inúmeras vezes é portanto muito mais íntimo do que talvez o de qualquer outro membro da Liga. Ela não salva apenas a cidade, salva as vidas dentro dela e sua gente.
Fonte: JUSTIÇA # 10 (DEZEMBRO/2007)
sexta-feira, 11 de março de 2011
ARQUEIRO VERDE
Queen veio de uma família abastada, como eu. Seus paia nao foram tomados dele como os meus. Então, cresceu acostumado ao conforto e à qualidade de vida pode afastar algumas pessoas da humanidade. Esse poderia ter sido seu destino. No entanto, ironicamente, um bando de criminosos que quase deu cabo de sua existência pode, em vez disso, ter sido sua salvação.
Seu barco foi tomado por piratas modernos. Queen foi golpeado e jogado para fora da embarcação. Ele sobreviveu, mas ficou perdido numa ilha não registrada em mapa algum. Isto forçou um milionário a viver da maneira mais primitiva que se possa imaginar. Se não se esforçasse para construir um abrigo, passaria as noites ao relento. Se não caçasse, não teria o que comer. Então, depois de improvisar um arco e entalhar algumas flechas, ele aprendeu a caçar. Tornou-se habilidoso nessa modalidade de armamento e cuidou de sobreviver até os piratas que roubaram seu barco visitarem sua ilha.
Com suas novas armas, ele derrubou os ladrões e resgatou suas vítimas mais recentes. Quando voltou à alta sociedade, não viu mais graça naquela vida de aparências. Não tinha o mesmo gosto que os outros. No entanto, o dinheiro se mostrou valioso para o propósito que agora consumia o pensamento de Queen; enfrentar o crime urbano. Com este intuito, ele criou uma série de flechas com truques, capazes de arremesar redes, explodir ao impacto e até mesmo "esmurrar" meliantes.
A história de Queen é diferente da minha. Porém, sob muitos aspectos, chegamos ao mesmo ponto. Ele não tem super-habilidade ou poderes mágicos, exceto o que foi possível por meio de intenção e perícia. O Arqueiro Verde é um aliado valioso. Sua longa parceria com a Canário Negro tornou-se fonte de força e concentração.

Fonte: JUSTIÇA # 10 (DEZEMBRO/2007)
quinta-feira, 10 de março de 2011
ASTRO CITY, UMA HQ INOVADORA
Alex Ross
Por Maurício Muniz
Lançada pelo selo Homage, da Wildstorm - na época um braço da Image Comics -, o diferencial da série era mostrar o lado humano e pouco visto das aventuras dos super-heróis. Os personagens principais de suas histórias poderiam tanto ser heróis que não têm tempo para aproveitar a vida como capangas que descobrem saber mais do que deveriam sobre a vida do crime. Ou ainda, repórteres cobrindo confrontos além de sua compreensão ou donas-de-casa que têm medo de sair à rua e dar de cara com um super-vilão.
Como os planos de Busiek eram de que a série fosse regular, Ross não poderia ilustrar as histórias devido ao tempo longo que leva para criar cada página. Assim, ele ficou responsável pela criação do visual dos inúmeros personagens que povoam Astro City e pelas impressionantes capas da série, enquanto o veterano Brent Anderson se encarregou dos interiores.
Astro City foi outro sucesso de crítica e de vendas e deu inúmeros prêmios a Ross e Busiek. Ainda é publicada no formato de minissérie e especiais regulares pela DC, atual proprietária da Wildstorm.
Kurt Busiek's Astro City (1995) 1-AComic Book by Image, Aug 1995
Kurt Busiek's Astro City (1995) 6-AComic Book by Image, Jan 1996
Kurt Busiek's Astro City (1996) 3-AComic Book by Homage Comics, Nov 1996
Astro City: Local Heroes 3-AComic Book by WildStorm, Aug 2003
FONTE:
MUNDO DOS SUPER-HERÓIS # 8
JANEIRO/FEVEREIRO 2008
pág. 47
PRIMEIROS TRABALHOS COM HQs
TENTATIVAS E CANCELAMENTOS
MARVELS, O GRANDE SALTO
quarta-feira, 9 de março de 2011
Ab ovo
Horácio (Quintus Horatius Flaccus)
65-8 a.C.

REINADO SOMBRIO 4
R$ 7,95
Panini Comics
NA BATALHA QUE SE SEGUE, O PATRIOTA DE FERRO ESCAPA COM O DEPAUPERADO DR. DESTINO, OBTÉM ACESSO À TECNOLOGIA DE VON DOOM E ABRE UM PORTAL PARA O PASSADO, ONDE AMBOS CONFRONTAM MORGANA NO ANO DE 690 d.C; DEIXANDO PARA A EQUIPE DE OSBORN A INCUMBÊNCIA DE CUIDAR DA FEITICEIRA E SUA MONSTRUOSA HORDA NO PRESENTE...
Brian Michael Bendis - Roteiro
Mike Deodato - Arte
Rain Beredo - Cores
Tom Brevoort - Editor original
Joe Quesada - Editor-chefe original
Fernando Lopes/PF - Tradução
Gisele Tavares - Letras
Paulo França - Editor

Comic Book by Marvel, Jun 2009
Eles tomariam seu próprio caminho.
E assim, algo que teve início com apenas seis homens durante a 2a. Guerra Mundial permaneceu vivo no espírito desses homens, que se recusaram a aceitar a derrota mesmo quando ela parecia certa.
Eles decidiram perseverar...
Porque a luta nunca termina, e eles jamais se curvarão.
Jamais esquecidos. Jamais derrotados.
Comandos Selvagens.
Brian Michael Bendis e Jonathan Hickman - Argumento
Jonathan Hickman - Roteiro
Stefano Caselli - Arte
Daniele Rudoni - Cores
Tom Brevoort - Editor original
Joe Quesada - Editor-chefe original
Paulo França/FL - Tradução
Gisele Tavares - Letras
Paulo França - Editor

Comic Book by Marvel, Jul 2009
Jonathan Hickman - Roteiro
Stefano Caselli - Arte
Daniele Rudoni - Cores
Tom Brevoort - Editor original
Joe Quesada - Editor-chefe original
Paulo França/FL - Tradução
Gisele Tavares - Letras
Paulo França - Editor

Comic Book by Marvel, Sep 2009
Estreia a nova fase da Reinado Sombrio! Osborn precisa controlar o Sentinela e defender os Vingadores Sombrios das acusações de Clint Barton! E os Thunderbolts enfrentam um certo mercenário tagarela!
