domingo, 20 de março de 2011

ASILO ARKHAM

Retorno às origens

A década de 70 foi marcada por grandes equipes criativas e a volta do lado mais sombrio do Morcego

Por André Morelli



Em Batman 258, de 1974, foi feita a primeira referência ao Asilo Arkham, o manicômio judiciário que passou a abrigar os criminosos de Gotham que apresentavam algum problema mental, como o Coringa e o Duas-Caras. Os vilões considerados normais eram mandados para a penitenciária de Blackgate. Com o tempo, o Arkham passou a abrigar não só os loucos, mas qualquer condenado que precisasse de cuidados especiais. Um exemplo é o Senhor Frio, que apesar de mentalmente são, cumpre sua pena no Asilo, o único lugar equipado com o sistema de refrigeração necessário para mantê-lo vivo. O nome Arkham foi retirado de um conto de horror de H. P. Lovecraft e em suas primeiras aparições, também era o nome da cidade onde ele se localizava. Nos anos 80, a cidade foi ignorada e o asilo passou a fazer parte de Gotham City.

Fonte:
Mundo dos SUPER-HERÓIS # 11
julho/agosto de 2008
pág. 27

Leia também:
ANIMAÇÕES NA TV

SUPER-HOMEM 028

(04/10/1986)
R$ 4,50
Editora Abril
84 págs.



Action Comics 535-A
Comic Book by DC, Sep 1982

SURGEM OS OMEGA MEN!Enter--The Omega Men!
Argumento: Marv Wolfman
Desenhos: Joe Staton
Arte-Final: Pablo Marcos
Letras: Edison Gasparim
Cor: Flora Schuch

SUPER-HOMEM

Action Comics 536-A
Comic Book by DC, Oct 1982

PARTE II - BATALHA NAS PROFUNDEZAS DO PLANETA!Battle Beneath the Earth!
Argumento: Marv Wolfman e Paul Kupperberg
Desenhos: Joe Staton
Arte-Final: Sal Trapani
Letras: Milton Morise
Cor: Flora Schuch

SUPER-HOMEM


Fury of Firestorm 3-A
Comic Book by DC, Aug 1982

A Cold Time in the Old Town Tonight...
Argumento: Gerry Conway
Desenhos: Pat Broderick
Arte-Final: Rodin Rodriguez
Letras: Lilian
Cor: Rudinei

NUCLEAR

Legion of Super-Heroes (1980) 297-A
Comic Book by DC, Mar 1983

Wrath
Argumento: Paul Levitz
Desenhos: Keith Giffen
Arte-Final: Larry Mahlstedt
Letras: Lilian Toshimi
Cor: Sergio Vilela

LEGIÃO DOS SUPER-HERÓIS

O ALQUIMISTA



A OBRA

Livro brasileiro de maior sucesso no exterior, O Alquimista narra a história de um jovem pastor (Santiago) intrigado por um sonho recorrente: um tesouro oculto, guardado próximo das pirâmides do Egito. Disposto a decifrar seus sonhos, ele empreende uma longa viagem, em que se defronta com os grandes enigmas que acompanham a humanidade desde a Criação. Em sua jornada, encontra, entre outros personagens, um alquimista, que lhe ensina como penetrar na misteriosa Alma do Mundo e como identificar as pistas para chegar ao tão procurado tesouro.

O AUTOR

Um dos maiores autores mais lidos de todos os tempos - seus livros já foram traduzidos para 56 idiomas e publicados em mais de 150 países -, Paulo Coelho nasceu em 1947, no Rio de Janeiro. Antes de se tornar escritor, trabalhou como diretor e autor de teatro, compositor e jornalista. Como compositor, manteve uma parceria de sucesso com Raul Seixas e teve músicas gravadas por cantoras como Elis Regina e Rita Lee. Como escritor, tornou-se um fenômeno mundial e recebeu numerosos prêmios internacionais, dentre os quais se destaca a Legião de Honra, a mais importante condecoração francesa. Em 2002, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.

PRÓLOGO

O Alquimista pegou um livro que alguém na caravana havia trazido. O volume estava sem capa, mas conseguiu identificar seu autor: Oscar Wilde. Enquanto folheava suas páginas, encontrou uma história sobre Narciso.
O Alquimista conhecia a lenda de Narciso, um belo rapaz que todos os dias ia comtemplar sua própria beleza num lago. Era tão fascinado por si mesmo que certo dia caiu dentro do lago e morreu afogado. No lugar onde caiu, nasceu uma flor, que chamaram de narciso.
Mas não era assim que Oscar Wilde acabava a história.
Ele dizia que quando Narciso morreu, vieram as Oréiades - deusas do bosque - e viram o lago transformado, de um lago de água doce, num cântaro de lágrimas salgadas.
- Por que você chora? - perguntaram as Oréiades.
- Choro por Narciso - disse o lago.
- Ah, não nos espanta que você chore por Narciso - continuaram elas. - Afinal de contas, apesar de contas, apesar de todas nós sempre corrermos atrás dele pelo bosque, você era o único que tinha a oportunidade de contemplar de perto sua beleza.
- Mas Narciso era belo? - perguntou o lago.
- Quem mais do que você poderia saber disso? - responderam, surpresas, as Oréiades. - Afinal de contas, era em suas margens que ele se debruçava todos os dias.
O lago ficou algum tempo quieto. Por fim, disse:
- Eu choro por Narciso, mas jamais havia percebido que Narciso era belo.
"Choro por Narciso porque todas as vezes que ele se deitava sobre minhas margens eu podia ver, no fundo dos seus olhos, minha própria beleza refletida".

"Que bela história", disse o Alquimista.


192 págs.


Coordenação editorial desta edição:
Gold editora ltda.

BADEN POWELL


Nome: Baden Powell de Aquino
Nascimento: Varre-Sai (RJ), 6 de agosto de 1937
Morte: Rio de Janeiro (RJ), 26 de setembro de 2000
Instrumento: violão
Epíteto: O maior violão brasileiro

quinta-feira, 17 de março de 2011

CORINGA

DOS ARQUIVOS PARTICULARES DE BRUCE WAYNE NO BATCOMPUTADOR

O meu pior inimigo começou a sua carreira como um ladrão conhecido como Capuz Vermelho. Na primeira vez em que nos enfrentamos, ele caiu em um recipiente de resíduos químicos de uma fábrica de cartas em Gotham City. Os produtos alteraram as características do ladrão, exacerbando suas feições, deixando a sua pele branca, seus lábios vermelhos e seu cabelo verde.
Acreditando que este acidente foi um presságio, ele abraçou sua nova aparência e a ironia do que aconteceu na fábrica de cartas de baralho. O Capuz Vermelho tornou-se o Coringa.
Ele adotou uma série de piadas como armas mortais - incluindo apertos de mão elétricos, flores de lapela que esguicham ácido e muito mais.
Estou convecido de que, embora seu instinto assassino, sua risada maníaca e seu comportamento enlouquecido sejam pontos de seu eu insano, ele está bem distante dessa aparente loucura. A maior piada do Coringa foi ludibriar a sociedade durante todos estes anos, mascarando-se como um homem louco, com o objetivo de ser atirado em uma instituição e tratado com cuidado quando preso, para ser reabilitado e não punido em uma penitenciária. É uma estratégia digna de um grande jogador de cartas, talvez isso justifique a alcunha que recebeu, honrando o nome dessa importante carta do baralho.


Fonte: JUSTIÇA # 12 (FEVEREIRO/2008)


ZATANNA

DOS ARQUIVOS PARTICULARES DE BRUCE WAYNE NO BATCOMPUTADOR

Zatanna Zatara é a filha do mágico Zatara, outrora membro do Esquadrão Invencível. Acreditava-se que sua mãe havia morrido pouco tempo depois do nascimento de Zatanna, forçando John Zatara a criar sozinho a filha. Devido à sua linhagem, ela desenvolveu os mesmos dons mágicos de seu pai. No entanto, a proeminência de seu genitor fez dela um alvo para forças sombrias. Um de seus inimigos lançou uma maldição sobre Zatara de que a menina morreria se ele a visse novamente. Então, o pai a deixou. Sem ele, Zatanna enfrentou a infância como muitos de nós o fizeram, apenas para encontrar um substituto de sua família na Liga da Justiça da América.
Os poderes místicos de Zatanna são limitados. Ela geralmente precisa de um conduto para tornar sua magia efetiva. Isto é necessário para seu dom de teleporte também. Ela tem, quando muito, um razoável conhecimento de combate corpo a corpo. É seu talento para manipular as probalidades em favor da Liga da Justiça que a torna valiosíssima.


Fonte: JUSTIÇA # 12 (FEVEREIRO/2008)


SINESTRO

DOS ARQUIVOS PARTICULARES DE BRUCE WAYNE NO BATCOMPUTADOR

Sinestro é o que vai acontecer com Hal Jordan se ele não for controlado. O poder corrompe. E esses anéis parecem ser o que há de mais semelhante ao poder absoluto. Sinestro foi escolhido pela Tropa dos Lanternas Verdes para policiar a região específica de seu planeta natal. Ele foi escolhido por ser destemido.
Mas, com o tempo, o poder do anel o transformou. Sinestro começou a comandar e abusar dos mundos que tinha sido incumbido de proteger. Os Guardiões o detiveram. Tiraram seu anel. Pretendendo lhe ensinar uma lição, baniram o criminoso para um mundo de terrível crueldade e despotismo. Mas, para alguém como Sinestro, foi como ir para casa. A raça que vivia nesse lugar detestava os Guardiões e sua força policial intergaláctica. Criaram uma arma para Sinestro, um dispositivo com certo grau de ironia. Eles lhe deram um anel que operava exatamente como os da Tropa dos Lanternas Verdes. No entanto, seu anel não se nutria da bateria central da Tropa. E era capaz de destroçar qualquer coisa gerada por um anel de Lanterna Verde.
Foi mais do que um desejo de vingança contra a Tropa dos Lanternas Verdes que fez Sinestro odiar especialmente e atacar Hal Jordan. É algo muito mais pessoal. Jordan não foi corrompido pelo anel como aconteceu com Sinestro. Jordan era ovacionado como o maior Lanterna Verde de todos os tempos. Então, apesar de ter um anel energético superior, uma fraqueza se revelou: o orgulho de Sinestro.


Fonte: JUSTIÇA # 11 (JANEIRO/2008)