sexta-feira, 13 de março de 2009

O AMOR-APEGO
ATORMENTA, MAS O AMOR
QUE LIBERTA VIVIFICA.


Amar não é cercear a liberdade da pessoa amada, e sim dar-lhe plena liberdade. Mas não adianta simplesmente soltá-la. Devemos soltar a pessoa amada na direção que lhe possibilite crescer correta e vigorosamente, acompanhar os seus passos e orar por ela. Libertar é um ato de doação.

Do livro Akaruku Tanoshiku Jinsei O – Seicho Taniguchi