domingo, 21 de agosto de 2011
PRIMEIRAS REVISTAS
DOSSIÊ MAURICIO [ANOS 1960]
Foi um longo caminho até Mauricio publicar suas primeiras HQs
Foi um longo caminho até Mauricio publicar suas primeiras HQs
Por André Morelli
Mauricio iniciou sua nova rotina de visitas a jornais na tentativa de vender suas tiras. No início, o campo de atuação era limitado - cerca de 100 km ao redor de Mogi das Cruzes -, pois o desenhista não tinha dinheiro para viajar até cidades mais distantes. Outro problema era a concorrência com as tiras norte-americanas, vendidas aos jornais a preços muito baixos. Mas, mesmo lentamente, os resultados começaram a aparecer.
Nesse período, o mercado de quadrinhos vivia uma fase de boas vendas, impulsionadas pelas histórias de terror produzidas por artistas nacionais. Mesmo sem ter intimidade com o tema, Mauricio escreveu e desenhou uma HQ de terror e tentou vendê-la para o quadrinista português Jayme Cortez, que trabalhava como diretor de arte na Continental, uma pequena editora paulistana.
Cortez detestou o material mas, ao descobrir que Mauricio era o autor das tiras do Bidu, fez uma proposta irrecusável: produzir um gibi da Turma do Franjinha que, na época, já contava com a presença de Titi, Jeremias e Chaveco - anos depois, esse último viraria Xaveco, com "X".
A primeira história em quadrinhos de Franjinha e Bidu foi publicada no número 4 da Zaz-Traz, uma publicação da Continental que testava novos autores. Meses depois, foi lançada Bidu, primeira revista oficial de Mauricio de Sousa. Mas a experiência não foi bem-sucedida. Somada à tarefa de criar e vender tiras, a produção da revista se mostrou inviável. Tanto que, em 1961, a publicação foi cancelada, após oito edições. Seria necessário quase uma década para o artista monstar uma estrutura mais preparada para o desafio de produzir revistas mensais.
Fonte: Revista Mundo dos Super-Heróis #27 - maio/junho de 2011
pág. 22
Nesse período, o mercado de quadrinhos vivia uma fase de boas vendas, impulsionadas pelas histórias de terror produzidas por artistas nacionais. Mesmo sem ter intimidade com o tema, Mauricio escreveu e desenhou uma HQ de terror e tentou vendê-la para o quadrinista português Jayme Cortez, que trabalhava como diretor de arte na Continental, uma pequena editora paulistana.
Cortez detestou o material mas, ao descobrir que Mauricio era o autor das tiras do Bidu, fez uma proposta irrecusável: produzir um gibi da Turma do Franjinha que, na época, já contava com a presença de Titi, Jeremias e Chaveco - anos depois, esse último viraria Xaveco, com "X".
A primeira história em quadrinhos de Franjinha e Bidu foi publicada no número 4 da Zaz-Traz, uma publicação da Continental que testava novos autores. Meses depois, foi lançada Bidu, primeira revista oficial de Mauricio de Sousa. Mas a experiência não foi bem-sucedida. Somada à tarefa de criar e vender tiras, a produção da revista se mostrou inviável. Tanto que, em 1961, a publicação foi cancelada, após oito edições. Seria necessário quase uma década para o artista monstar uma estrutura mais preparada para o desafio de produzir revistas mensais.
Fonte: Revista Mundo dos Super-Heróis #27 - maio/junho de 2011
pág. 22
4. Como os atores reagiram ao último dia de filmagem?
Foi um chororô daqueles! E não era pra menos. Depois de oito longas-metragens e dez anos de parceria, não teve quem não se emocionasse com o último "corta".
Rupert disse que estva preparado para terminar seus dias como Rony, mas que ficou tocado do mesmo jeito. Radcliffe já avisou que todos poderão vê-lo chorando nos extras do DVD. E outra que foi às lágrimas foi Emma, quando todos se abraçaram ao término da cena final.
Mas nem só de nostalgia vivem os bruxos. Também rolou uma baita festa no estúdio, com direito à presença de J.K. Rowling, e outra na casa de Emma. Isso sem contar as lembrancinhas: a atriz que deu vida a Hermione saiu com uma varinha, um manto e o vira-tempo. E Radcliffe não resistiu a um companheiro inseparável de Potter - os óculos.
Fonte:
100 RESPOSTAS HARRY POTTER - O GUIA DEFINITIVO
Pág. 7
Editora Abril
Mundo Estranho
Edição 112-A
R$ 9,95
Rupert disse que estva preparado para terminar seus dias como Rony, mas que ficou tocado do mesmo jeito. Radcliffe já avisou que todos poderão vê-lo chorando nos extras do DVD. E outra que foi às lágrimas foi Emma, quando todos se abraçaram ao término da cena final.
Mas nem só de nostalgia vivem os bruxos. Também rolou uma baita festa no estúdio, com direito à presença de J.K. Rowling, e outra na casa de Emma. Isso sem contar as lembrancinhas: a atriz que deu vida a Hermione saiu com uma varinha, um manto e o vira-tempo. E Radcliffe não resistiu a um companheiro inseparável de Potter - os óculos.
Fonte:
100 RESPOSTAS HARRY POTTER - O GUIA DEFINITIVO
Pág. 7
Editora Abril
Mundo Estranho
Edição 112-A
R$ 9,95
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
3. Deu certo a estratégia de dividir o último filme em duas partes?
Muita gente torceu o nariz e disse que se tratava de uma estratégia caça-níqueis quando a notícia da divisão foi divulgada. Mas, no final das contas, os fãs curtiram porque ganharam mais um ano antes de se despedir definitivamente de Harry Potter e seu universo mágico.
Também não dá para esquecer que o livro As Relíquias da Morte é realmente muito longo e condensar toda a história descrita por J.K. Rowling em apenas duas horas de filme seria uma tarefa bastante complicada para o diretor David Yates.
A maioria dos blogs e sites de fãs ainda elogiou a fidelidade à obra original, maior do que a apresentada nos filmes anteriores. Já entre a crítica, a opinião foi diferente. A primeira parte foi considerada pura encheção de linguiça. Os especialistas em cinema acharam que o longa-metragem foi "esticado" para conseguir chegar às duas horas e meia de duração e, por isso, acabou ficando cansativo para o público.
Outras críticas foram a cena em que Voldemort encontra a Varinha Anciã, também chamada de Varinha das Varinhas, marcar o final de As Relíquias da Morte - Parte 1 (para muitos, o impacto foi pouco e deu a impressão de que o filme não teve conclusão) e a participação rápida demais de diversos atores renomados.
Fonte:
100 RESPOSTAS HARRY POTTER - O GUIA DEFINITIVO
Pág. 7
Editora Abril
Mundo Estranho
Edição 112-A
R$ 9,95
Também não dá para esquecer que o livro As Relíquias da Morte é realmente muito longo e condensar toda a história descrita por J.K. Rowling em apenas duas horas de filme seria uma tarefa bastante complicada para o diretor David Yates.
A maioria dos blogs e sites de fãs ainda elogiou a fidelidade à obra original, maior do que a apresentada nos filmes anteriores. Já entre a crítica, a opinião foi diferente. A primeira parte foi considerada pura encheção de linguiça. Os especialistas em cinema acharam que o longa-metragem foi "esticado" para conseguir chegar às duas horas e meia de duração e, por isso, acabou ficando cansativo para o público.
Outras críticas foram a cena em que Voldemort encontra a Varinha Anciã, também chamada de Varinha das Varinhas, marcar o final de As Relíquias da Morte - Parte 1 (para muitos, o impacto foi pouco e deu a impressão de que o filme não teve conclusão) e a participação rápida demais de diversos atores renomados.
Fonte:
100 RESPOSTAS HARRY POTTER - O GUIA DEFINITIVO
Pág. 7
Editora Abril
Mundo Estranho
Edição 112-A
R$ 9,95
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
PRIMEIRA TIRA PUBLICADA
DOSSIÊ MAURICIO [1950-1960]
Foi um longo caminho até Mauricio publicar suas primeiras HQs
Foi um longo caminho até Mauricio publicar suas primeiras HQs
Por André Morelli
Em 1959, Mauricio teve sua grande oportunidade quando o cardeno de variedades da Folha da Manhã encomendou ao desenhista uma tira semanal. Inspirado por sua infância, Mauricio desenvolveu um tema simples, com pequenas situações envolvendo um menino e seu cachorro. O cachorro foi baseado em Cuíca, um pequeno Schnauzer que Mauricio teve quando garoto. Já o dono do cachorro tinha um pouco do próprio autor e também características de um dos sobrinhos de Mauricio. Era a primeira vez que ele usava um parente como inspiração, prática que se tornaria comum nos anos seguintes. Ao contrário de outras tiras, as histórias eram na vertical e não apresentavam texto.
Tanto a tira quanto seus personagens não tinham sequer um nome, situação que se estendeu por meses, até Mauricio fazer uma enquete com seus companheiros de jornal. Para o cachorro, um repórter sugeriu Bidu - uma gíria da época que designava alguém esperto -, enquanto o próprio Mauricio usou a característica mais marcante do menino - sua franja - como nome de batismo. E dessa forma a tira ganhou o nome de Bidu e Franjinha, título que estreou junto com a mudança de formato do material. De histórias mudas e verticais publicadas uma vez por semana, a tira passou para o formato horizontal, ganhou diálogos e começou a ser publicada diariamente. Detalhe: em suas primeiras histórias, Franjinha ainda não era o conhecido garoto apaixonado por ciências.
Durante um ano, Mauricio continuou como repórter-policial, já que as tiras ainda rendiam pouco para sustentar sua família. Mas, em 1960, com a certeza de que acharia uma forma de se manter, o artista abandonou as matérias sobre crimes para investir em seus personagens.
Fonte: Revista Mundo dos Super-Heróis #27 - maio/junho de 2011
pág. 21
Tanto a tira quanto seus personagens não tinham sequer um nome, situação que se estendeu por meses, até Mauricio fazer uma enquete com seus companheiros de jornal. Para o cachorro, um repórter sugeriu Bidu - uma gíria da época que designava alguém esperto -, enquanto o próprio Mauricio usou a característica mais marcante do menino - sua franja - como nome de batismo. E dessa forma a tira ganhou o nome de Bidu e Franjinha, título que estreou junto com a mudança de formato do material. De histórias mudas e verticais publicadas uma vez por semana, a tira passou para o formato horizontal, ganhou diálogos e começou a ser publicada diariamente. Detalhe: em suas primeiras histórias, Franjinha ainda não era o conhecido garoto apaixonado por ciências.
Durante um ano, Mauricio continuou como repórter-policial, já que as tiras ainda rendiam pouco para sustentar sua família. Mas, em 1960, com a certeza de que acharia uma forma de se manter, o artista abandonou as matérias sobre crimes para investir em seus personagens.
Fonte: Revista Mundo dos Super-Heróis #27 - maio/junho de 2011
pág. 21
2. Para os atores principais, quais foram as cenas mais difíceis de gravar em As Relíquias da Morte?
Segundo Daniel Radcliffe, foram dois os desafios principais. O primeiro, físico, foi apanhar pra valer de Ralph Fiennes (Voldemort) no segundo filme e o outro, emocional, foi brigar com Rupert, na primeira parte.
Já Emma achou esquisito dar uns amassos nos dois amigos - Hermione beija Harry durante um sonho pra lá de ciumento de Rony e depois beija Weasley com vontade durante a Batalha de Hogwarts.
A cena do conflito final, aliás, foi outra que deu bastante trabalho à equipe técnica. Além de reunir todos os atores principais e dezenas de figurantes, a Escola de Magia e Bruxaria teve de ser parcialmente destruída. Havia focos de incêndio e muitas pedras espalhadas pelo chão.
O resultado será visto em 30 minutos de duelos na telona. Haja feitiço!
Outra batalha que deu uma trementa canseira para a equipe foi a dos Sete Potter, com perseguições por ruas e túneis, batidas de carros e, é claro, sete atores vestidos como Harry.
Fonte:
100 RESPOSTAS HARRY POTTER - O GUIA DEFINITIVO
Pág. 6
Editora Abril
Mundo Estranho
Edição 112-A
R$ 9,95
Já Emma achou esquisito dar uns amassos nos dois amigos - Hermione beija Harry durante um sonho pra lá de ciumento de Rony e depois beija Weasley com vontade durante a Batalha de Hogwarts.
A cena do conflito final, aliás, foi outra que deu bastante trabalho à equipe técnica. Além de reunir todos os atores principais e dezenas de figurantes, a Escola de Magia e Bruxaria teve de ser parcialmente destruída. Havia focos de incêndio e muitas pedras espalhadas pelo chão.
O resultado será visto em 30 minutos de duelos na telona. Haja feitiço!
Outra batalha que deu uma trementa canseira para a equipe foi a dos Sete Potter, com perseguições por ruas e túneis, batidas de carros e, é claro, sete atores vestidos como Harry.
Fonte:
100 RESPOSTAS HARRY POTTER - O GUIA DEFINITIVO
Pág. 6
Editora Abril
Mundo Estranho
Edição 112-A
R$ 9,95
domingo, 14 de agosto de 2011
1. Como as cenas do epílogo foram filmadas?
Isso é quase um segredo de estado, mas tudo indica que as gravações aconteceram em dois momentos. Primeiro, no final de maio de 2010, Daniel Radcliffe (Harry Potter), Bonnie Wright (Gina Weasley), Emma Watson (Hermione Granger), Rupert Grint (Rony Weasley) e Tom Felton (Draco Malfoy) circularam pela estação King's Cross, em Londres, no maior clima de mistério.
É que, ao contrário do que se esperava, a direção do filme decidiu envelhecer os atores, usando muita maquiagem, em vez de contratar atores mais velhos para o final da saga.
Mas, de acordo com informações divulgadas por sites de fãs e entrevistas de Tom Felton a várias revistas, a produção teve que refazer certas cenas em estúdio. Isso porque parece que alguns ângulos não ficaram bons por causa da correria que foi filmar num lugar cheio de fotógrafos e fãs. Por isso, os atores voltaram a gravar o epílogo em dezembro de 2010.
Essa parte da história se passa 19 anos após a batalha final e mostra Harry, Rony e Hermione com mais ou menos 35 anos de idade, levando seus filhos para embarcar no Expresso de Hogwarts. Para isso, o trio começou a se preparar meses antes das gravações: além de testes de maquiagem, eles treinaram o jeito de andar para parecem mais velhos.
Se o convincente envelhecimento dos atores na telona usou ou não efeitos de computação gráfica, este é um segredo muito bem guardado. Como os produtores David Heyman e David Barron afirmaram, o epílogo de As Relíquias da Morte - Parte 2 tem cerca de dois minutos.
Fonte:
100 RESPOSTAS HARRY POTTER - O GUIA DEFINITIVO
Pág. 4
Editora Abril
Mundo Estranho
Edição 112-A
R$ 9,95
É que, ao contrário do que se esperava, a direção do filme decidiu envelhecer os atores, usando muita maquiagem, em vez de contratar atores mais velhos para o final da saga.
Mas, de acordo com informações divulgadas por sites de fãs e entrevistas de Tom Felton a várias revistas, a produção teve que refazer certas cenas em estúdio. Isso porque parece que alguns ângulos não ficaram bons por causa da correria que foi filmar num lugar cheio de fotógrafos e fãs. Por isso, os atores voltaram a gravar o epílogo em dezembro de 2010.
Essa parte da história se passa 19 anos após a batalha final e mostra Harry, Rony e Hermione com mais ou menos 35 anos de idade, levando seus filhos para embarcar no Expresso de Hogwarts. Para isso, o trio começou a se preparar meses antes das gravações: além de testes de maquiagem, eles treinaram o jeito de andar para parecem mais velhos.
Se o convincente envelhecimento dos atores na telona usou ou não efeitos de computação gráfica, este é um segredo muito bem guardado. Como os produtores David Heyman e David Barron afirmaram, o epílogo de As Relíquias da Morte - Parte 2 tem cerca de dois minutos.
Fonte:
100 RESPOSTAS HARRY POTTER - O GUIA DEFINITIVO
Pág. 4
Editora Abril
Mundo Estranho
Edição 112-A
R$ 9,95
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